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Bem Vindo ao Defencil

Objetivo

Ampliar a discussão sobre as estratégias necessárias à implantação dessa ferramenta gerencial, com características sistêmicas e contingenciais, para planejar, organizar, dirigir e controlar operações de resposta aos desastres no Brasil.

DATA: 19 de novembro de 2009
LOCAL: Anhembi São Paulo, SP (dentro do V Defencil)

Programação
08h30 Mesa de Abertura (Representante da Secretaria Nacional de Defesa Civil)
09h00 - 09h30 Conferência sobre a experiência da Petrobras em relação a sua gestão de contingências em segurança, meio ambiente e saúde (Marcio Dertoni, Gerente de Gestão de Contingência da Petrobrás)
09h30 - 11h10 Mesa redonda para debate das experiências em gerenciamento de desastres nos Estados brasileiros (Representantes da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil dos Estados do RS - Major Luis Fernando Santos Carlos; SP - Cel Luiz Massao Kita; ES – Ten BM Siwamy Reis dos Anjos e MG - Cel PM Eduardo Mendes de Souza)
11h10 - 12h00 Simulado SICOE no sambódromo do Anhembi (participação de Organizações de Segurança Pública do Estado de São Paulo e da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil da Casa Militar – Gabinete do Governador de São Paulo)
12h00 - 14h00 Intervalo para Almoço
14h00 - 15h30 Seminário temático para a discussão do exercício simulado SICOE (representante do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Estado de São Paulo)
15h30 - 15h45 Intervalo
15h45 - 16h00 Lançamento Manual sobre Gerenciamento de Desastres pela Secretaria Nacional de Defesa Civil (Representante da SEDEC e Marcos de Oliveira do CEPED/UFSC)
16h00 - 18h00 Debate e confrontação de modelos de resposta para emergências – Identificação das estratégias necessárias à implantação de uma política nacional (participação de representantes da SEDEC, das Coordenadorias Estaduais de Defesa Civil e Secretaria Nacional de Segurança Pública – Moderador: Armin Augusto Braun, Chefe do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres/SEDEC)

Falando sobre

De acordo com a Política Nacional de Defesa Civil, a expressão Defesa Civil pode ser conceituada como o conjunto de ações preventivas, de socorro, assistenciais e reconstrutivas destinadas a evitar e minimizar os desastres, preservar o moral da população e restabelecer a normalidade social.

Decorre daí quue o principal foco de atuação da Defesa Civil concentra-se na minimização dos desastres, isto é, na redução das consequências decorrentes dos eventos adversos, seja evitando que eles aconteçam, seja diminuindo a sua intensidade ou mesmo aumentando a capacidade das comunidades para resistir a eles.

Para isso, a Defesa Civil atua em quatro diferentes fases, denominadas fases da administração de desastres:

  1. 1) Prevenção, englobando o conjunto de ações visando a evitar que o desastre aconteça ou diminuir a intensidade de suas consequências;
  2. 2) Preparação, reunindo o conjunto de ações visando a melhorar a capacidade da comunidade (incluindo indivíduos, organizações governamentais e organizações não-governamentais) para atuar no caso de ser atingida por um desastre;
  3. 3) Resposta, envolvendo o conjunto de ações visando a socorrer e auxiliar as pessoas atingidas por desastres, reduzir os danos e prejuízos e garantir o funcionamento dos sistemas fundamentais da comunidade; e
  4. 4) Reconstrução, abrangendo o conjunto de ações destinadas a reconstruir a comunidade atingida pelo desastre, propiciando o seu retorno à condição de normalidade, sempre levando em conta a minimização de novos desastres.

Mas a Defesa Civil não atua sozinha. Ela interage com diversas organizações governamentais e não-governamentais, articulando e organizando o esforço para a minimização dos desastres. Dessa forma, a atuação da Defesa Civil acaba por vezes, ultrapassando os limites geográficos entre municípios, estados ou mesmo países. Graças a experiência adquirida pelas organizações de defesa civil e também de segurança pública ao longo dos últimos anos, percebeu-se que é urgente e necessária à formulação de diretrizes orientadoras para a administração de desastres através do emprego de uma ferramenta gerencial que padronize, nacionalmente, as ações de resposta às emergências.

O Simpósio Nacional sobre Gerenciamento de Desastres representa um esforço da Secretaria Nacional de Defesa Civil para ampliar o debate sobre modelos de resposta para emergências e para a discussão das estratégias necessárias à implantação de uma ferramenta gerencial, com características sistêmicas e contingenciais para planejar, organizar, dirigir e controlar operações de resposta a desastres.

Este Simpósio é também uma das atividades do V DEFENCIL - Seminário Internacional de Defesa Civil, em consonância com as propostas do evento de articular os diversos saberes e práticas para o enfretamento às situações de desastres.

Tal iniciativa exige a participação de todos, motivo pelo qual estamos convidando-o para participar deste importante evento, no sentido de torná-lo uma oportunidade para ampliar o debate sobre o gerenciamento de desastres.

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