Anais Eletrônicos
Voltar para página anteriorO V DEFENCIL- Seminário Internacional de Defesa Civil foi realizado entre os dias 17 e 20 de novembro de 2009, contando com mais de seis mil inscrições de participantes. No decorrer do evento ocorreram mais de cem atividades, dentre elas: minicursos, palestras, mesas-redonas, conferências, simulados, comunicação de práticas de pesquisa e práticas profissionais, e exposições de artefatos úteis a Defesa Civil.
O evento foi um sucesso! Agradecemos sua participação. Juntos construindo comunidades mais seguras!
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Artigos
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Um olhar sobre os desastres provocados pela água no Brasil
Angela Maria Abreu de Barros, Airton Bodstein de Barros
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Douglas Paulich Junior, Airton Bodstein de Barros
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Colapso estrutural: abordagem médica
Edna Maria de Queiroz
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Hospitais Seguros: uma reflexão
Edna Maria de Queiroz
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Utilização do pluviômetro PET como sistema de alerta de chuvas intensas
Leonardo Couri Pinheiro, Claudine Pereira Dereczynski, Antonio Ferreira da Hora
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Condições pluviométricas e risco ambiental no município de Porciúncula - RJ
Maria de Lourdes dos Santos Antunes, Angela Maria Abreu de Barros
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A rota das chuvas em Petrópolis: cenário de uma inundação.
Marinice dos Santos Machado, Sídio Werdes Sousa Machado, Simone Cynamon Cohen
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Impactos psicossociais causados pela inundação de 2008 em Petrópolis, RJ
Marinice dos Santos Machado, Sídio Werdes Sousa Machado, Simone Cynamon Cohen
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Análise e avaliação do sistema de gestão de calamidades em Moçambique
Renato Manuel Matusse, Airton Bodstein de Barros, Angela Maria Abreu de Barros
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Hospital seguro frente aos desastres no Brasil
Modestino J. P. Salles, Luciana Tricai Cavalini
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Alternativa contra descargas atmosféricas para novos prédios da UFF
Antonio Ricardo Ribeiro do Outão, Airton Bodstein de Barros
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Distribuição estatística, período de retorno e risco permissível de vazão máxima do rio Xingu/PA
Reginaldo Bernardes Pacheco, Pedro Ivanildo Corrêa de Souza Junior, Midori Makino
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Carla Cardoso, Evandro Paulo Bolsoni, Carlos Henrique Medeiros de Souza
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Computação Ubíqua, Cloud Computing e PLC para Continuidade Comunicacional diante de Desastres
Carla Cardoso, Evandro Paulo Bolsoni, Carlos Henrique Medeiros de Souza
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Psicologia das emergências e dos desastres: Intervenções em Guaraciaba - SC
Carla Roseana Massing, Fábio Augusto Lise, Janete Maria Gaio
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O controle dos criadouros do mosquito da dengue no Rio de Janeiro
Sídio Werdes Sousa Machado, Marinice dos Santos Machado, Angela Maria Abreu de Barros
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Gabinete de crise: gerenciamento de epidemia no Rio de Janeiro
Sídio Werdes Sousa Machado, Marinice dos Santos Machado, Angela Maria Abreu de Barros
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Habitação Saudável: uma perspectiva de minimização dos riscos ambientais
Sonia Regina Leão de Oliveira, Simone Cynamon Cohen
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Os desastres naturais, a cultura de segurança e a gestão de desastres no Brasil
Érico Soriano
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Prevenção de desastres naturais através da popularização da hidrologia
Fabiane Andressa Tasca, Gean Paulo Michel, Masato Kobiyama, Roberto Fabris Goerl
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Gestão de riscos operacionais para o saneamento básico
Ana Maria Ribeiro, Eduardo Soares de Macedo
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Análise de consequências para elaboração de planos de ação de emergência
Regiane Tiemi Teruya Yogui, Eduardo Soares de Macedo
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Alexandre de Alcantara, Antonio Ricardo Ribeiro do Outão, Carla Santos do Amaral Baptista Affonso, Edna Maria de Queiroz, Leonardo Braga Martins, Leonardo Couri Pinheiro, Luiz Alberto Moreira Coelho, Marinice dos Santos Machado, Sergio Luiz Trouche de Carvalho, Sídio Machado, Humberto Mas Gitirana, Airton Bodstein de Barros
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As ações de defesa civil e a formação do engenheiro
Jordan Henrique de Souza, Gislaine dos Santos, Carlos Alberto Pereira Soares, Wainer da Silveira e Silva
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Análise geométrica para estimativa de volume em fluxo de detritos
Gabriela Pacheco Corrêa, Masato Kobiyama, Joana Nery Giglio, Gean Paulo Michel, Fabiane Andressa Tasca, Roberto Fabris Goerl
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Análises de risco e políticas públicas: Juiz de Fora, uma experiência pioneira
Sergio Reinaldo da Rocha, Jordan Henrique de Souza, Airton Bodstein de Barros
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Sustentabilidade sócio ambiental através da utilização da água de chuva.
Hermes Barbosa de Moura, Simone Cynamon
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Aline Cristina de Carvalho, Ilma Borges (Orientadora)
Comunicação de Pesquisas Científicas
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A efetividade da Política Nacional de Defesa Civil no Estado do Rio Grande do Sul
Everton de Souza Dias, projeto de pesquisa individual
Trata-se de projeto de pesquisa (Projeto de Dissertação apresentado ao Curso de Mestrado em Desenvolvimento - UNIJUI)
A modernização da indústria, a inserção das novas tecnologias, as transformações sociais, a globalização, entre outras inovações, trouxe à sociedade contemporânea um grau de progresso industrial e econômico sem precedentes na história da humanidade. Esta evolução implica em benefícios e uma infinidade de oportunidades, visando bem estar social e individual, mas paradoxalmente, maior exposição a riscos. Sociólogos contemporâneos conceituam o estágio atual como modernidade reflexiva, pós-modernidade ou sociedade de risco (Beck 1998, 2008). Nessa perspectiva surge, enquanto política pública focada na prevenção e no atendimento a desastres, a Política Nacional de Defesa Civil.
Tema: ?A efetividade da Política Nacional de Defesa Civil no Estado do Rio Grande do Sul?, delimitando-se no período de 1999 a 2009, em situação de normalidade.
Problema: Em que aspectos se evidenciam a eficiência, a eficácia e a efetividade da Política Nacional de Defesa Civil ? PNDC, no Estado do Rio Grande do Sul?
Objetivo Geral: Avaliar a eficiência, a eficácia e a efetividade da implementação da Política Nacional de Defesa Civil no Rio Grande do Sul, em situação de normalidade, no período de 1999 a 2009.
Objetivos Específicos: (a) Mapear e analisar as principais ações do Sistema Estadual de Defesa Civil do RS, em situação de normalidade, no período de 1999 a 2009; (b) Identificar e analisar as práticas de prevenção e preparação para emergências e desastres prescritas na PNDC, e a Gestão Pública do Governo do Estado do Rio Grande do Sul no período1999 a 2009.
Referencial teórico: Gestão Pública e Políticas Públicas; Sistema Normativo de DC, PNDC, Gestão do Sistema de DC na Sociedade de Risco.
Metodologia: pesquisa aplicada, quali-quantitativa, documental, bibliográfica e de campo (entrevistas semi-estruradas); com avaliação de resultados por meio de ?análise de conteúdos?. -
A IMPORTÂNCIA DA PERCEPÇÃO DE RISCO: UMA INTERVENÇÃO DA SAÚDE MENTAL
Sara Gomes da Silva, Larisse de Oliveira Seixas
Todos os anos milhões de pessoas são atingidas por desastres, sendo este considerado como resultado de eventos adversos, naturais ou provocados pelo homem, sobre uma população vulnerável, causando danos humanos, materiais, ambientais e conseqüentes prejuízos econômicos e sociais. Dados nacionais descrevem que o Brasil é o país mais afetado por chuvas e enchentes no Hemisfério Sul e têm aumentado de freqüência nos últimos anos. As mudanças climáticas estão intimamente relacionadas aos desastres naturais, mas é preciso atentar-se para a dinâmica territorial em função do uso e ocupação inadequada do solo. Com os percalços do planejamento urbano as populações carentes são as mais afetadas convivendo com o perigo de deslizamentos e inundações. Considerando a perspectiva da saúde mental, estima-se que entre um terço e a metade da população exposta sofre alguma manifestação psicológica embora, a maior parte deve ser entendida como reações normais diante de situações de grande significado ou impacto. Em controversa, aparecem problemas de ordem social que também devem ser solucionados com ações preventivas e de reabilitação, fortalecendo os serviços de saúde mental com base comunitária vislumbrando o conjunto da dinâmica psicossocial individual e coletiva. A psicologia atua nas ações de redução de desastres trabalhando a percepção do risco, a sensibilização e acompanhando as pessoas afetadas, direta ou indiretamente, por eventos adversos compreendendo as influências dos riscos, acidentes e avalia as mudanças e as conseqüências provocadas na sociedade. Relevando os esforços da psicologia para entender os aspectos humanos e subjetivos para que sejam incorporados às ações da Defesa Civil propõe-se a partir desta reflexão, a construção e ou manutenção das estratégias de intervenção em situações de emergência e desastre que comportem os múltiplos fatores psicológicos e sociais que abrangem desde a percepção do risco num trabalho de ação preventiva com o uso de técnicas psicoeducativas até o pós-trauma.
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A PSICOLOGIA NA PREVENÇÃO DE DESASTRES: A QUESTÃO DA RESILIÊNCIA
Clarisse Carneiro, Márcia Maria Lima de Andrade
As alterações climáticas que tem se constatado nos últimos anos, tem aumentado o risco de acontecimentos de desastres. Desastres se configuram quando as conseqüências de um evento físico ocasionam grandes prejuízos em uma comunidade, excedendo a capacidade de enfrentamento da mesma. Os efeitos dos desastres são sentidos de maneira diferenciada, de acordo com o grau de vulnerabilidade da comunidade atingida. A Política Nacional de Defesa Civil brasileira ressalta a prevenção, prevendo a participação das comunidades em áreas de vulnerabilidade, na identificação e gerenciamento dos riscos, através dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil - NUDECs. Esse trabalho visa discutir possíveis contribuições da psicologia para redução dos riscos de desastres em comunidades, como também para a construção de comunidades mais resilientes. Resiliência é a capacidade do indivíduo, mas também da comunidade, de superar as adversidades. Foi realizada uma revisão de literatura, discutindo os aspectos relacionados à contribuição da psicologia na configuração dos NUDECs para a redução dos riscos. Conhecer os riscos e se preparar para enfrentá-los, com informações e modificando crenças catastróficas é um mecanismo que pode fortalecer a resiliência. Os NUDECs visam também contribuir para a percepção dos recursos pessoais e sociais da comunidade, o que pode facilitar a resiliência do sujeito e da comunidade no caso de um desastre. Assim, os NUDEC?s podem ser inseridos em todos os mecanismos gerais de proteção para o fortalecimento do sujeito e da comunidade resilientes. Concluiu-se que uma comunidade organizada para um desastre é uma comunidade que se preparou para o acontecimento, reduzindo os riscos.
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A PSICOLOGIA NO CONTEXTO DA PREVENÇÃO E DO GERENCIAMENTO DOS DESASTRES
Clarisse Carneiro, Penélope Dantas Cavalcanti e Maria Gigliola Moraes do Nascimento
A pesquisa analisou as possibilidades e dificuldades relacionadas à inserção da psicologia na prevenção, no gerenciamento e no pós-desastre. Para a psicologia, tem se colocado a questão de como ela pode contribuir para minimizar o sofrimento humano, não apenas depois de acontecer um desastre, mas principalmente no que tange à prevenção, no que tange à gestão pública e às comunidades inseridas em locais de risco. A comunidade de Nossa Senhora da Apresentação, foi escolhida em comum acordo com o Setor de Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde do Natal, por se constituir em uma área de risco de alagamento da lagoa de captação, saturação de fossas e sumidouros, acarretando prejuízos à população, incluindo necessidade de evacuação. Foram realizadas entrevistas semi-estruturadas com atores sociais relevantes no contexto das inundações na comunidade. Os temas das entrevistas abrangeram suas experiências quando da ocorrência de inundações e das perspectivas futuras para a prevenção e o gerenciamento de inundações, incluindo, avaliação dos mecanismos de enfrentamento em inundações, relatos das vivências em inundações, processos de reorganização social da comunidade após o desastre. Os resultados apontam para uma necessidade de um trabalho sistemático e interdisciplinar que possa mobilizar a comunidade em prol da prevenção de futuras inundações, por exemplo, através dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil. A intervenção da psicologia está mais fortalecida na minimização do sofrimento humano no pós-desastre, e menos direcionada, na realidade estudada, para o desenvolvimento de trabalhos inseridos no contexto da prevenção e do gerenciamento dos desastres. Há uma necessidade eminente de que sejam desenvolvidos trabalhos junto a comunidades inseridas em locais de risco, no sentido de que a própria comunidade possa encontrar estratégias mais eficazes para lidar com situações de desastres.
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Abrigo Móvel para desabrigados de Catástrofes Climáticas
Raquel Brocco, Roselie F. Lemos (coordenadora)
As mudanças climáticas mundiais trouxeram o aparecimento de catástrofes naturais. Furacões, tornados e tsunamis dizimam cidades inteiras, matam milhares de pessoas e deixam muitos desabrigados. Nesse contexto, foi desenvolvido um projeto de abrigo provisório desmontável para proporcionar aos desabrigados segurança, higiene e privacidade, satisfazendo suas necessidades físicas e sociais básicas e proporcionando privacidade às famílias atingidas. O projeto garante um espaço de moradia para que as vítimas possam se estabelecer durante o período emergencial de no máximo 3 meses auxiliando assim a Defesa Civil na organização e monitoramento dos desabrigados, favorecendo a operação de atendimento físico, fisiológico, psicológico e social, diminuindo o trauma causado pela situação durante o período de reconstrução. O projeto foi fundamentado nos conceitos de safe design e nos Direitos Humanos (ONU, 1948). A construção da pesquisa tem caráter qualitativo descritivo e foi centrada na análise indutiva dos dados. Responderam a pesquisa, o Capitão Edir de Souza (Mat. 917417-6), gerente de Prevenção da Defesa Civil de Florianópolis/SC, e o Sr. Altair Kistenmacher, Coordenador da Defesa Civil da cidade de Blumenau, SC. O projeto resultou em um abrigo móvel que permite montagem rápida e portabilidade. Foi proposto layout de acampamento em forma de taba indígena que confirma o conceito, pois garante o sentido de comunidade. Depois do trabalho realizado ocorreu uma grande catástrofe na região do Vale do Itajai quando foi possível acompanhar de perto o trabalho da Defesa Civil e o sofrimento dos desabrigados, vivenciando na prática alguns detalhes que podem melhorar o projeto.
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Acompanhamento da saúde de trabalhadores pós acidente petroquímico ampliado
João Carlos do Amaral Lozovey, Maria de Nazareth Solino, Ana Claudia L. de Moares, Gabriel A. Rebello, Edmar Villar de Queiroz Neto
Os autores acompanharam por cinco anos a saúde de trabalhadores expostos em diferentes coortes no controle de acidente petroquímico, analisando aspectos de adoecimento e dados laboratoriais de monitoramento de exposição e efeitos.
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Avaliação do Sistema Municipal de Gerenciamento de Riscos Ambientais em Episódios Pluviais Intensos na Cidade de São Paulo
Rodrigo Reche Simon Peppe, Figueira, Ronaldo (orientador)
Esta trabalho apresenta uma avaliação do sistema municipal de gerenciamento de
riscos em episódios pluviais intensos na Cidade de São Paulo, no que concerne ao sistema de
previsão e alerta adotados nos verões (entre os meses de novembro a março) entre os anos de
2001 a 2007. Tendo em vista a impossibilidade de uma solução em curto prazo para a
problemática das enchentes e de seus efeitos danosos para a cidade, seu governo e sua população,
tem-se como base o desenvolvimento de um diagnóstico dos elementos que permeiam as
estratégias e políticas adotadas por parte do governo municipal de São Paulo. Adota-se portanto o
mecanismo de avaliação com base na análise dos planos então previstos e de seus relatórios finais
de cada plano executado. Buscando-se como resultado, explicitar os órgãos envolvidos e o fluxo
de informações, ações e medidas desencadeadas antes e durante tais eventos adversos, quando as
proposições neste trabalho discutidas norteiam-se em instrumentar futuras pesquisas que visem
uma evolução possível e palpável do sistema municipal de gerenciamento de riscos, fomentando
a elaboração e adoção de um Plano Diretor de Defesa Civil para a Cidade de São Paulo. -
CARACTERIZAÇÃO DOS RISCOS DE DESASTRES VISANDO À LOGÍSTICA DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS EM COMUNIDADES SUBNORMAIS DE JOÃO PESSOA - PB
Sara Fragôso Pereira, Diego Fernandes de Castro, Hamilcar José Almeida Filgueira
O processo de urbanização atual, principalmente das regiões metropolitanas brasileiras, tem levado a população mais pobre a buscar em resolver seus problemas de moradia, ocupando áreas vazias desprezadas pelo especulativo mercado imobiliário. Nessa busca por soluções habitacionais, áreas ambientalmente frágeis, como margens de rios, mangues e encostas íngremes são cada vez mais, ocupadas por essa parcela da população de forma desordenada. A forma de ocupação precária dessas áreas, já naturalmente frágeis, aumentam a vulnerabilidade da população residente para riscos de desastres relacionados com fenômenos naturais, como deslizamentos e inundações. Como em qualquer outra cidade inserida nesse processo de urbanização, João Pessoa, capital do Estado da Paraíba, tem enfrentado sérios problemas relacionados a esse tema, devido ao aumento do números de assentamentos espontâneos em áreas de risco. Com o intuito de fornecer fundamentação para possíveis planos de gerenciamento de risco nessas áreas, foi realizado o estudo de caracterização urbanística e mapeamentos de riscos de desastres relacionados com fenômenos naturais para as comunidades subnormais Maria de Nazaré, Santa Clara, Santa Bárbara e Tito Silva, baseado nas metodologias propostas pelo Ministério das Cidades, Governo do Brasil, e pela Agência de Coordenação das Nações Unidas para o Socorro em Desastres, levando em consideração o processo de ocupação aliada as características naturais de cada comunidade. Pelos resultados obtidos foi observado que na comunidade Santa Bárbara, o risco de deslizamento e de desmoronamento de habitações é bem mais elevado que nas outras comunidades. Na comunidade Santa Clara os riscos são com a sobrecarga das edificações bem como com a emissão de águas servidas no solo. Já a comunidade Maria de Nazaré sofre com o acesso e com a presença de rastejos no solo. A comunidade Tito Silva possui áreas suscetíveis a deslizamento e há também risco de alagamento e de inundação devido à ocupação ribeirinha.
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COMO SALVAR A TERRA, UM PROJETO PARA MINIMIZAR OS EFEITOS DAS MUDANÇAS NO MEIO AMBIENTE
Hermes Barbosa de Moura, Claudio Belmonte de Athayde Bohrer
Neste trabalho iremos mostrar alguns projetos de estudo, ditos radicais, para salvar ou minimizar os efeitos das agressões na terra e que visam frear as mudanças constantes que estão ocorrendo de forma incontrolável para a sociedade humana constituída, para as defesas civis no mundo, para as entidades governamentais, para a Ecologia e principalmente para as populações pobres e desassistidas dos quatro cantos do planeta e que sofrem de forma direta e real esses efeitos.
A troca do carvão pelo átomo, Enterrar os gases tóxicos, Colocação de refletores de calor em órbita, Usar um grande guarda-sol no espaço, Espalhar enxofre na atmosfera, Multiplicar o fitoplâncton e a Colocação de mais águas nas nuvens, são algumas das propostas do projeto que iremos propor a seguir. -
Condições pluviométricas e risco ambiental no município de Porciúncula
Maria de Lourdes dos Santos Antunes, Dra.Angela Maria Abreu de Barros
O problema ambiental associado às áreas urbanas coloca em destaque os processos sociais, que caracterizam a urbanização, e os principais condicionantes da ocorrência desse fenômeno. As condições inadequadas de ocupação ocorrem em virtude de parcelamentos do solo em áreas ribeirinhas por populações de baixa renda e comprometimento de áreas de médio risco. Assim, o presente trabalho teve como objetivo destacar os fenômenos relativos às enchentes e aos problemas de inundações e degradação sócio-ambiental no município de Porciúncula situado na região noroeste-fluminense, pertencente à bacia do rio Paraíba do Sul. Foram abordadas as condições pluviométricas e sócio-econômicas daquela área, buscando compreender a dinâmica dos processos de inundação em áreas urbanas, enfatizando o risco e a gestão ambiental. A pesquisa foi do tipo exploratória e a coleta de dados documental buscando referências em decretos, leis, jornais, revistas e publicações que demonstravam a situação da ocupação urbana anterior e posterior às inundações. Entende-se que a disponibilidade de informações sócio-ambientais relacionadas ao desenvolvimento do município proporcionará a aquisição de conhecimentos norteadores na solução de problemas urbanos. Do ponto de vista prático, a realização do trabalho é importante para o processo de gestão ambiental, planejamento e ordenamento do espaço urbano do município, uma vez que possibilita a identificação e sistematização de vetores ambientais e sociais de caráter relevante.
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Considerações sobre a ameaça bioterrorista para a defesa civil
Leonardo Soares de Oliveira, nenhum
Introdução
Os ataques com as cartas contaminadas com os esporos do Bacillus anthracis, ocorridos nos Estados Unidos, em 2001, após o 11/09, despertaram a preocupação dos países para a ameaça que o bioterrorismo representa à segurança internacional.
Objetivos
São três os objetivos: investigar o fenômeno atual do terrorismo e o problema das armas de destruição em massa (ADM), enfocando as armas biológicas, sob a ótica da segurança internacional; examinar a situação do Brasil quanto aos acordos de não-proliferação de armas biológicas; analisar o funcionamento do controle das atividades com patógenos no país.
Métodos
A metodologia deste trabalho se associa à análise de uma bibliografia que abarca o debate contemporâneo de defesa e segurança envolvendo terrorismo e ADM, e documentos nacionais sobre a relação do país com o regime de não-proliferação e o funcionamento do controle interno das atividades com agentes biológicos.
Resultados
O terrorismo, como uma forma de emprego da violência, é um recurso antigo utilizado nos conflitos humanos. O grande problema é que, atualmente, meios de destruição em massa já podem ser empregados num determinado alvo, obedecendo à lógica do terror. E a hipótese de um ataque que cause o pavor generalizado pela extensão e gravidade dos seus danos aumenta com os avanços científico-tecnológicos e o aperfeiçoamento da própria estratégia terrorista. As armas biológicas, por suas características exclusivas, constituem o recurso mais acessível e eficiente, em termos de custo-benefício, para a promoção do terror. São chamadas, portanto, de ?a bomba atômica dos pobres?. O Brasil é signatário da maioria dos acordos internacionais de controle de armas biológicas, mas não participa do Grupo da Austrália, que regula o comércio internacional de materiais biológicos.
Conclusão
O Brasil possui baixa probabilidade de ser alvo de um ataque bioterrorista. Contudo, precisa manter uma estrutura de defesa civil-militar eficaz numa eventual agressão dessa natureza. -
Determinação da Caracterização Geotécnica e Parâmetros de Erodibilidade dos solos oriundos dos Taludes Marginais do Rio Tubarão.
Ismael Medeiros, Rafael A. R. Higashi; Marciano Maccarini; Ângela Grando; Raignen L. da Silva; Kassio F. Goulart
O Município de Tubarão situa-se ao sul do Estado de Santa Catarina, inserida geograficamente no entorno do vale do Rio Tubarão e planícies do complexo Lagunar. Os solos residuais de Cambissolos e Podzólicos Vermelho-amarelo oriundos das elevações graníticas são delimitadores de uma bacia sedimentar de solos moles do tipo Orgânico e Glei, desenvolvidos sobre rocha muito fraturada. Nos últimos tempos o Município vem sendo palco de uma sucessão de episódios de deslizamentos de maciços e inundações, de pequenas e médias magnitudes.
O Rio Tubarão, que corta ao meio o centro urbano do município, assume importante relevância dentro do contexto regional devido sua importância ambiental e econômica, servindo como calha natural de escoamento de toda uma bacia de concentração. A erodibilidade é uma das propriedades de comportamento dos solos de maior complexidade pelo grande número de variáveis intervenientes. Estudada por diferentes áreas do conhecimento, tem no meio geotécnico a maior lacuna na sua quantificação e entendimento dos mecanismos envolvidos. O assoreamento e a turbidez do rio Tubarão, estão diretamente ligados à susceptibilidade erosiva dos solos, já que devido à expansão da mancha urbana, áreas antes protegidas por cobertura vegetal apresentam-se vulneráveis a ações de agentes erosivos.
A proposta de abordagem geotécnica para a previsão da erodibilidade dos solos oriundos dos taludes marginais do Rio Tubarão, visa subsidiar decisões político-técnico-administrativas quanto à avaliação do potencial erosivo, auxiliando no direcionamento de medidas preventivas e que visem minimizar o impacto no meio físico natural.
A partir de informações geotécnicas levantadas, juntamente com informações altimétricas, são realizadas simulações computacionais de estabilidade de maciços, considerando a formação sedimentar dos perfis estratigráficos definidos com o auxílio da pedologia, geotecnia e da experiência local, além de uma análise das geometrias dos talvegues para a situação existente ou para futura intervenção, possibilitando a definição de áreas de maior fragilidade. -
Discussão conceitual acerca de Habitação Vulnerável.
André Luiz dos Santos, Claudia Valente Guimarães dos Santos
Introdução
Por meio desta discussão conceitual a cerca do termo Habitação Vulnerável, propõe-se uma compreensão do que a defesa civil ou meio ambiente, querem dizer ao aplicá-lo.
Alguns termos são utilizados diversamente pelas diferentes áreas, podendo mudar o sentido em momentos cruciais, como é o caso da defesa civil que não pode vacilar nos momentos de operações de emergências, onde um mal entendido pode levar à perda de vidas.
Objetivos
Conceituar o termo Habitação Vulnerável para usá-lo com segurança e propriedade.
Método
Nesta oportunidade, pretende-se levantar num mosaico literário, inclusive na legislação existente, nos dicionários, em mídia impressa e digital.
Resultados
Parte-se da idéia que moradia deve ser compreendida como uma atividade e não apenas o abrigo, numa dimensão física. Observada no sentido de atividade, a moradia ganha mais influencia sobre o individuo e seu meio. Esta perspectiva aprimora o conceito de habitação que vai além da casa, tão somente dos limites de suas paredes. Habitação, portanto, é enxergada como um amplo e complexo ambiente, a residência enriquecida pelas externalidades, inclusive vias de passeio, o comércio, os equipamentos urbanos, meios de transporte, e toda uma infra-estrutura, atrelados ao convívio social.
O conceito encontrado para vulnerabilidade reporta à susceptibilidade, ou seja, as características que nos deixam sensíveis a lesão por uma sorte qualquer, então, um risco de um evento nos abater. Neste sentido, é preciso incluir neste trabalho a preocupação existente, relativa ao grande número de moradias expostas a fenômenos naturais, os quais, devido ao aquecimento global, devem crescer em intensidade. Essas habitações, vulneráveis pela ausência ou, melhor dizendo, por não terem seus proprietários acesso à tecnologia existente ou por sua condição economicamente precária, continuam expostas à diversas situações que só podem agravar-se pela quase ausência de políticas públicas sérias, e medidas práticas no sentido de uma resolução efetiva e definitiva.
A Constituição Federal, de 1988, no artigo 6º. Estabelece o direito à moradia como direito social fundamental, mas é no seu art. 21, XX onde fica estabelecido que é dever do Estado ?instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos?, mas foi somente no ano de 2000, no artigo 79 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, que foi criado o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza, que tem, dentre outros objetivos, viabilizar o acesso a todos os brasileiros meios dignos de subsistência, inclusive assegurando o acesso à habitação digna, voltados para a melhoria da qualidade de vida.
O trabalho, por seu gigantismo, ainda engatinha no sentido a uma resolução final, principalmente pelo grande número de habitações vulneráveis, mas é preciso continuar a busca de soluções e o debate social entre as populações mais diretamente atingidas por estas questões.
Conclusão
Assim, tendo em mente que habitação vai além de uma moradia e que vulnerabilidade é uma disponibilidade aos riscos, um conceito respeitável para Habitação Vulnerável pode ser entendido, ainda não sinteticamente, como uma situação onde moradia, sujeitos e ambiente interagem, mas sofrem de uma predisposição ao dano, dispondo os habitantes aos mais diversos riscos. -
ENCHENTES E INCÊNDIOS FLORESTAIS: impactos na região do vale do Rio Acre
George Luiz Pereira Santos, Irving Foster Brown
A ocorrência de desastres naturais no mundo vem se apresentando como um dos maiores desafios da humanidade. Resultado de eventos adversos cada vez mais freqüentes, os desastres naturais têm como maior causa um ritmo de desenvolvimento fora dos moldes da sustentabilidade, ocasionando processos de ocupação desordenado dos espaços urbanos localizado em áreas de riscos, bem como alterações climáticas globais que acarretam o desequilíbrio em ecossistemas vulneráveis. O presente trabalho, baseado nas enchentes dos anos de 1988, 1997 e 2006 (na cidade de Rio Branco) e nos incêndios florestais de 2005 (alto/baixo Acre e Sena Madureira), fez um levantamento apurado dos danos humanos, materiais e ambientais, bem como prejuízos econômicos e sociais, ocorridos na região do Vale do Rio Acre. Sob a ótica regional, o impacto desses eventos atingiu frontalmente o processo de desenvolvimento. O montante global dos impactos desses desastres naturais foi na ordem de R$ 450.000.000,00. Vislumbrou-se na implementação de uma Gestão Pró-Ativa dos Riscos de Desastres como medida basilar para a diminuição dos impactos das enchentes e dos incêndios florestais na região.
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ESTUDO LOGÍSTICO PARA APOIO A PLANOS DE EMERGÊNCIA EM COMUNIDADES SUBNORMAIS DE JOÃO PESSOA - PB
Diego Fernandes de Castro, Sara Fragôso Pereira, Hamilcar José Almeida Filgueira
Em processos de minimização dos desastres relacionados com fenômenos naturais, é primordial a combinação da prevenção (atividades de avaliação técnica, como, programas em longo prazo, medidas e normas construtivas, etc.) com a planificação (planejamento logístico, planos de emergência, legislação, prognósticos, etc.). É fundamental que as equipes envolvidas tenham um conhecimento detalhado sobre as características dos locais de riscos e as suas respectivas rotas de acesso, permitindo assim, um rápido e eficaz atendimento no socorro às vítimas de acidentes. Entretanto, informações básicas como, por exemplo, mapas de risco das áreas vulneráveis, nem sempre estão diretamente disponíveis ao público. A falta de informações das áreas atingidas por eventos catastróficos pode acarretar transtornos às equipes de salvamento, levando-as a encontrar dificuldades em traçar metas importantes para suportar suas decisões. Somando-se esse problema ao crescente aumento do número de assentamentos espontâneos em áreas vulneráveis da cidade de João Pessoa, Paraíba, foi desenvolvido um estudo logístico para dar apoio às equipes de atendimento à emergência para as comunidades subnormais Tito Silva, Santa Clara, Santa Bárbara e Maria de Nazaré. Baseado nos condicionantes naturais e urbanos das áreas, o trabalho tem o intuito de subsidiar a elaboração de planos de contingência e/ou emergência por parte dos órgãos competentes. Foram localizadas em mapas temáticos, estruturas de suporte operacional, tais como: espaços para locação de máquinas, heliponto, abrigos mais próximos, área para alocação de um Comando de Operações de Emergência, escolas e postos de saúde. Também foram traçadas rotas de emergência a partir das imagens de satélite disponibilizadas pelo software Google Earth e comparados os tempos-resposta e as distâncias entre as comunidades e as quatro bases principais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência da Região Metropolitana de João Pessoa (SAMU 192) e entre a comunidade e os hospitais públicos mais próximos.
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Habitação Saudável:uma perspectiva de minimização dos fatores de risco
SONIA REGINA LEÃO DE OLIVEIRA, Profª Dra Luciana Tricai Cavalini
Introdução: Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS),o conceito de habitação saudável se aplica ao desenho da moradia, ao território geográfico e social em que a habitação se assenta, aos materiais usados para sua construção, à segurança e qualidade dos elementos, ao processo construtivo, à composição espacial, à qualidade dos acabamentos, ao contexto global do entorno (comunicações, energia, vizinhança) e à educação ambiental e em saúde de seus moradores sobre estilos e condições de vida.
Objetivos:Utilizar o conceito de habitação saudável e aplicá-lo na elaboração de um Projeto para a localidade de São Pedro Paraíso, área Rural, pertencente ao Município de Italva-RJ, que vise minimizar os fatores de riscos decorrentes das frequentes enchentes e enxurradas.
Metodologia:Visitas às Secretarias de Defesa Civil, Habitação e Saúde,para a realização de levantamento sobre as condições de moradia,de saúde e a forma de ocupação, identificação das áreas vulneráveis;pesquisa junto à população, através de questionários, categorizando os entrevistados e verificação da percepção de riscos dos mesmos.
Resultados: Implantação do programa de prevenção e recuperação de edificações danificadas e destruídas;estruturar um sistema de vigilância epidemiológica e de vigilância sanitária para monitorar, alertar e dar o alarme para a população quando houver riscos intensificados;promoção de campanhas educativas a população que minimizem a poluição do Rio Muriaé e seus afluentes;fiscalização pela Secretaria Municipal competente, que objetive a inibição de construção de edificações irregulares e em áreas de risco intensificado;construção de fossas sépticas para a comunidade ribeirinha, evitando-se que o esgoto in natura contamine os cursos de água; elaboração de um plano de zoneamento urbano para o Município, definindo as áreas não edificadas, edificadas com restrições e edificadas; posterior implantação de um Projeto de Engenharia Pública que atenda às populações mais carentes.
Conclusão: Enfim, o que se propõe é incentivar a promoção da saúde, enquanto estratégia que ultrapassa o setor da saúde, contemplando as questões ambientais e habitacionais, dentro dos determinantes sociais da saúde e da qualidade de vida. Uma estratégia que busca junto à diversidade de atores e sujeitos, um diálogo democrático, participativo e intersetorial, em prol de múltiplas ações de melhoria da qualidade de vida e de mudança social. (Dra. Simone Cynamon Cohen) -
Habitação vulnerável em Áreas de Preservação Permanente.
André Luiz dos Santos, Claudia Valente Guimarães dos Santos
Introdução
Se Habitação Vulnerável pode ser entendida como uma situação onde moradia, sujeitos e ambiente interagem, mas sofrem de uma predisposição ao dano, dispondo habitantes aos diversos riscos e, considerando que as Áreas de Preservação Permanente são, não somente para se preservar os recursos naturais, mas também são sensíveis à intempéries, é basicamente uma definição ao pé da letra dizer que habitar áreas designadas como Áreas de Preservação Permanente é habitar vulneravelmente.
Objetivos
Em uma visão ampla, pretende-se com estas considerações, abrir possibilidades de discussões para compreender um dos corredores de conexão entre a Defesa Civil e a Proteção do Meio Ambiente, com isso poder-se-á esclarecer a importância da defesa civil para a proteção ambiental, assim como a importância da conservação das áreas de preservação ambiental para a defesa e segurança civil.
Método
Nesta oportunidade, pretende-se levantar num mosaico literário, inclusive na legislação existente, nos dicionários, em mídia impressa e digital, buscando a conexão entre a Defesa Civil e a Proteção Ambiental.
Resultados
A Constituição Positiva (1988), no artigo 6º estabelece o direito à moradia como direito social fundamental, bem expressamente no art. 21, XX fica estabelecido o dever do Estado de ?instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento básico e transportes urbanos?, mas foi somente no ano de 2000, no artigo 79 dos Atos das Disposições Constitucionais Transitórias, que foi criado o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza, que tem, dentre outros objetivos, viabilizar o acesso a todos os brasileiros meios dignos de subsistência, inclusive assegurando o acesso à habitação digna, voltados para a melhoria da qualidade de vida. Compartilhando deste interesse à habitação digna, entendendo que as desigualdades sociais e a concentração de renda, comum na sociedade brasileira, transparecem ?sicamente nos espaços geográficos das nossas cidades, e que as deficiências habitacionais ficam visíveis na falta de moradia digna para as comunidades mais carentes, correspondendo a 92% do dé?cit habitacional brasileiro, é que vem sendo amadurecida uma Política Nacional de Habitação.
Apesar das preocupações citadas, o poder público falha com suas obrigações e por motivações diversas procura-se espaços disponíveis para implantar moradias, tais como margens de cursos de águas e encostas dos morros. Existem motivações que podem levar as comunidades a estes espaços, tais como uma paisagem mais agradável, clima mais ameno, por outro lado, existem motivações tais como a desvalorização dos terrenos por desastres ocorridos ou altos riscos de desastres, que levam os mais pobres à ocupação dessas áreas sem saneamento e de alto risco intituladas de Áreas de Preservação Permanente.
Conclusão
Os riscos ambientais disfarçados pelas vantagens da escolha do espaço, distraem para os riscos de deslizamentos de terra e enchentes, se apresentam apenas como mais um aspecto da situação, numa condição de quase insignificância frente a outros elementos presentes na discussão, fazendo o risco contornável e fácil de se conviver. Acostumado com a exclusão e a necessidade de tantas coisas essenciais, a aquisição de sua própria casa se torna uma vitória, sobrepujando as avaliações técnicas. -
METODOLOGIA DE ELABORAÇAO DE MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS, VISANDO O DESENVOLVIMENTO SOCIAL E CAMBIOS CLIMATICOS - ESTUDO DE CASO: Cidade de Araraquara.
Ana Carolina Mori,Enrique Nilson Júnior,Flávia Carvalho,Delponte,Leonardo Parize,Nayara Da Silva, M.Sc.Pedro Fernando Caballero Campos,Orientador de pesquisa, docente da Faculdade Integrada Logatti
Objetivo: Sendo que a modernidade cria uma ?sociedade de risco? e o município precisa de ter referenciais fundamentais para implantação e desenvolvimento de políticas publica municipal de gestão de riscos associados ao desenvolvimento social. Estas referencias podem ser obtidas através de um Plano de Redução de Riscos a Desastres (PRRD), baseados na Protocolo de Hyogo que as Nações Unidas através da Estratégia internacional de Redução de Desastres ? EIRD que fornece diretrizes objetivas para os países dentro do contexto das suas vulnerabilidades, meio ambiente e organizações sociais. Os municípios do Brasil na sua maioria apresentam uma alta vulnerabilidade causados por estes processos que acabam em desastres tem apresentado no Brasil um número elevado de vítimas fatais e perdas de ordem econômico de patrimônio. A universidade no seu papel formador de cidadãos com capacidade técnica, mas também social, efetua atividades para melhoria de qualidade de vida, com iniciativas inovadoras em parceria com a Defesa Civil do Estado e do seu município
Método: Desenvolver e testar uma forma sistematização de dados relativos aos problemas que afetam à população, dentro ou fora da área urbana e que possa ser administrada e realimentada pela Defesa Civil municipal. Em base a bibliografia nacional e internacional preparam-se métodos de captação em forma indireta e direta de informação sobre os locais vulneráveis, áreas com perigos e ameaças (baseado no CODAR) localizam-se, quantifica-se e qualifica-se, gerando um mapa temático que posteriormente com mais informações deverá se converter em um Atlas de Riscos do Município.
Conclusão: A proposta metodológica para a elaboração do mapa de riscos por alunos de graduação universitária, que ira atender as necessidades da comunidade de Araraquara, no relacionado a planejamento, identificação dos riscos na área urbana, oferecendo a informação atendendo a um direito do cidadão na forma da transparência social de informações visando à melhoria na proteção da qualidade de vida ambiental e com desenvolvimento sustentável. -
MODELO NUMERICO DE VULNERABILIDADES E ANALISES DE RISCOS: UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS NEURAIS
FRANCISCO ELINELDO MAIA PINHEIRO, GUILHERME DE ALENCAR BARRETO; FRANKLIN DA SILVA NASCIMENTO; ROGER BARRETO MAGALHÃES
MODELO NUMERICO DE VULNERABILIDADES E ANALISES DE RISCOS
OBJETIVO DA PESQUISA
A partir do entendimento dos princípios e conceitos que fundamentam os assuntos
referentes a desastres e antecipação do evento adverso para fins preventivos, o objetivo desta pesquisa é fornecer uma contribuição metodológica ao zoneamento ecológico econômico através do desenvolvimento de um instrumento auxiliar para gestão dos sinistros e o seu impacto nos territórios direta ou indiretamente atingidos. Este instrumento, denominado de *MODELO DE VULNERABILIDADES E ANALISE DE RISCOS compõe-se de uma base de dados georreferenciadas, de um sistema de gerenciamento de banco de dados, de um sistema de informação geográfica e de um simulador de redes neurais artificiais. (ou outro similar, modelos estatisticos por exemplo)
Para tanto, torna-se necessário cumprir os objetivos específicos descritos a seguir.
*Sugestão
PROJETAR O BANCO DE DADOS GEOGRÁFICOS
Independentemente da metodologia adotada, os diagnósticos e prognósticos ambientais
necessários para o entendimento e à implementação de uma proposta de zoneamento ecológico-econômico necessitam de uma grande diversidade de dados, que podem ou não estar associados a diferentes representações geométricas. Logo, é necessário, após um estudo sobre os tipos de dados a serem utilizados, definir uma estrutura de banco de dados capaz de armazenar, converter e combinar
esta grande variedade de dados, gerando os resultados adequados. Apesar desta estrutura de
banco de dados poder ser considerada como um modelo geral, sua implementação poderá ser
diferenciada em função da tecnologia adotada nos diferentes sistemas gerenciadores de banco de
dados e sistemas de informações geográficas.
MODELO DE INTEGRAÇÃO DE DADOS
Um mapa de diagnóstico socioambiental para apoiar à gestão do território direta ou indiretamente atingidos deve ser produzido a partir de um modelo que considere as interdependências entre os elementos e fenômenos do espaço geográfico e a integração com modelos numericos de avaliação climatica e temporal. Este modelo, selecionado a partir de uma análise bibliográfica adequada, utilizará dados do meio físico e sócio-econômicos, importante deduzir o impacto nas comunidades atraves de experiencia já acumulada em ocorrencias dos ultimos quatro anos disponibilizados pelo banco de dados de ocorrencia da Defesa Civil de Fortaleza e banco de dados geográficos com as areas de risco previamente referenciadas e colocadas em base cartografica no SIG. Através de um conjunto de operações de análise ou inferência espacial disponíveis no sistema de geoprocessamento serão realizadas transformações e combinações sobre tais dados, produzindo-se a informação pretendida.
PROJETAR UMA RNA E SIMULAR O MODELO DE INTEGRAÇÃO DE DADOS
*Desenvolver uma rede neural artificial do tipo \"feedfoward\" que seja capaz de simular o
modelo adotado e sua utilizaçaõ em situações praticas, ou seja substituir parcial ou totalmente o conjunto de operações de análise espacial realizadas no sistema de geoprocessamento. Para avaliação desta RNA serão utilizados subconjuntos dos dados da área de estudo utilizados no modelo de integração, bem como dados de outras áreas de estudo utilizadas exclusivamente para este fim.
*Somente como sugestão, pois usa pouca memória e é utilizadas em situações praticas com tendencia estatisticas em cima de padrões previamente estabelecidos.
ANALISAR E DISCUTIR OS RESULTADOS
A aplicação do modelo de integração de dados sobre os dados disponibilizados pelo
banco de dados geográficos produzirá um conjunto de informações que sintetizam as combinações realizadas através do sistema de geoprocessamento e sua possivel utilização pratica.. Da mesma forma, a RNA projetada para simular o modelo deverá produzir resultados equivalentes. Ambos os procedimentos desenvolvidos serão avaliados, primeiro de forma isolada e em seguida
comparativamente com situações onde as condições se assemelhavam em padrões de eventualidades, seja através dos banco de dados de ocorrencias e/ou analise de series historicas de eventos adversos, discutindo-se as vantagens e limitações de cada um deles. E tirando conclusões sobre a gestão de demandas a serem tomadas.
ELINELDO MAIA
TECNICO DE DEFESA CIVIL -
O Ensino e a Defesa e Segurança Civil
Josias Reis Soares, - - - - -
INTRODUÇÃO
Considerando o alto desenvolvimento da sociedade contemporânea, com produção de bens e crescimento tecnológico em marcha acelerada, constata-se o aumento de riscos tecnológicos, humanos sociais e biológicos, provocando mudanças ambientais e climáticas que ameaçam a sobrevivência da humanidade.
Entendemos a partir desse princípio, que se torna necessário levar essa questão de riscos, aos estudantes brasileiros do ensino médio de forma pedagógica, para que a sociedade se torne participante da defesa e segurança civil do país.
OBJETIVOS
1. Estudar is riscos humanos sociais que começam a ocorrer na cidade de Itaboraí - RJ, devido a instalação do Complexo Petroquímico do Rio de janeiro - Comperj (Petrobrás).
2. Despertar nos jovens o interesse por defesa e segurança civil através de estudos e pesquisas necessárias, como investimento no bom e seguro desenvolvimento sustentável.
METODOLOGIA
Para desenvolver nossa pesquisa, contatamos administradores públicos nas áreas de segurança civil, desenvolvimento social e educação, incluindo professores, procurando saaber através de entrevistas e questionários, em que nível a população da cidade tem participado e sido informada sibre is ruscis qye a industrialização e o crescimento da população poderão acarretar a segurança da socieade.
RESULTADOS
As expectativas de trabalho e participação na riqueza esperada para a cidade é quase nenhuma. A realidade se mostra bem triste, visto que, as obras de construção das instalações da Petrobrás já iniciaram,mas nada em termos de infra-estrutura, saneamento, habitação ocorre, deixando a população aapreensiva quanto aos riscos de faavelização, violência social e agressão ao meio ambiente.
CONCLUSÃO
Não pretendemmos dizer que educação e o ensino resolvem estas questões, que trazem risco e insegurança para a socidade civil, entretanto, entendemos que um povo esclarecido pode melhor participar dos planos, da discussão e estudos da defesa e segurança civil. -
O LabMet / UFPel e o estudo de eventos meteorológicos severos no Rio Grande do Sul
Paulo Roberto Pelufo Foster, Flavio Tiago do Couto
De um modo geral o estado do Rio Grande do Sul (RS) é atingido por sistemas meteorológicos que causam condições de tempo severo. Tais sistemas, na maioria das vezes, desencadeiam muitos prejuízos as áreas urbanas, como queda de árvores, destelhamento de residências e alagamentos, sendo possível registrar, em muitos casos, um número grande de desabrigados, feridos e até mortos. Fenômenos de tempo severo como chuvas e ventos fortes, queda de granizo, intensa atividade elétrica e ocasionalmente a formação de tornados estão associados à atuação destes eventos atmosféricos. Diante dos grandes prejuízos econômicos e sociais causados por esses fenômenos, nos últimos anos o Laboratório de Meteorologia da Universidade Federal de Pelotas (LabMet/UFPel) vem realizando estudos a fim de se estabelecer parâmetros que possam auxiliar na compreensão dos mesmos e minimizar os seus impactos humanos e econômicos. Mais recentemente, o uso de ferramentas que utilizam técnicas de sensoriamento remoto (radar e satélites) vem auxiliando significativamente nos estudos de eventos de sistemas causadores de tempo severo. O sensoriamento remoto permite o estudo de algumas características físicas de um objeto, sem que, necessariamente, se estabeleça contato com o mesmo, resultando assim, na medição de propriedades físicas de um objeto à distância. Desde setembro de 2006 os eventos meteorológicos extremos que atingem o Rio Grande do Sul têm sido identificados e organizados de forma que facilite o estudo dos mesmos. A metodologia utilizada neste estudo concentra-se: a) na análise dos dados sinóticos, de estação de superfície e índices de instabilidade atmosférica; b) na análise dos dados obtidos por radar e satélite. Como exemplo do trabalho realizado, pretende-se mostrar alguns resultados obtidos à partir dos diferentes dados armazenados, associados a granizo, enchentes e vendavais que ocorreram em diferentes regiões do RS, mostrando a viabilidade no auxílio à defesa civil.
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PERCEPÇÃO DA OCORRÊNCIA DE TRANSTORNO DO ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO ? TEPT ? EM SUJEITOS AFETADOS POR TERREMOTO:
Eliana Marcia Martins Fittipaldi Torga, Silvio José de Souza Filho
1 - INTRODUÇÃO:
Na madrugada de 09 de dezembro de 2007 ocorreu terremoto no vilarejo rural de Caraíbas, perto da cidade de Itacarambí, no Norte de Minas que alcançou 4,9 na escala Richter. Este evento provocou a morte de uma criança, destruição e interdição de 76 casas, desalojou 71 famílias com saldo 283 pessoas afetadas pelo desastre.
2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Levantar dados para percepção do risco e diagnóstico de casos de TEPT; Identificar variáveis presentes para a ocorrência dos casos de TEPT; Conhecer variáveis intervenientes no adoecimento ou recuperação dos sujeitos afetados.
3 - METODOLOGIA:
Foi realizada uma pesquisa exploratória, qualitativa envolvendo estudo de caso numa amostragem de 30 voluntários, homens e mulheres entre as faixas etárias de 24 a 78 anos de escolaridade primária até a 5° série ou ausente. Aplicou-se: Protocolo de Observação; Entrevista semi estruturada; Aplicação de protocolo(s) de diagnóstico de acometimento do TEPT (APA, 2002); Análise de relatórios da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria Municipal de Assistência Social.
4 - CONCLUSÃO:
Concluíram-se, através de diagnóstico, casos de Transtorno de Estrés Pós Traumático em 40 % dos sujeitos pesquisados e TEPT parcial, representando 26,6% dos sujeitos pesquisados.
A relevância desta pesquisa está pautada na parceria que se estabeleceu com a CEDEC/MG; na aceitação da proposta de trazer construtos teóricos e práticos do saber do psicólogo; na possibilidade da construção de instrumentos sistematizados na gestão e na assistência a vítimas de desastre; bases para discussão de políticas públicas que dêem suporte as ações de socorro e acolhimento às vítimas e; a constatação que os resultados corroboram que ?Minas está no caminho certo?. -
POLÍTICA DE PREVENÇÃO E METIGAÇÃO DE ENCHENTES POR MEIO DA ÁGUA DE CHUVA NO CAMPUS DO GRAGOATÁ DA UFF.
Hermes Barbosa de Moura, Simone Cohen
Após um exame dos objetivos do curso de Mestrado em Defesa e Segurança Civil, desenvolveu-se pesquisa da aplicabilidade do uso das águas de chuvas, captados por telhados, calhas e dutos verticais e horizontais,com a finalidade de destinar este ao uso dentro do Campus de forma eficiente, sustentável e otimizando sua finalidade inicialmente como irrigação da flora. Detectou-se outras observâncias que este trabalho pode proporcionar como que uso deste recurso seletivamente e que possa atender a demanda mais efetiva deste insumo, evitando-se parcialmente o descarte desnecessário. Observamos que outras variantes que este trabalho pode proporcionar como à introduçao de controle do repovoamento da flora e fauna ao entorno do Campus. Apesar dos recursos hídricos de consumo na Unidade estudada, terem sidos julgados suficientes, sob o ponto de vista do abastecimento de água, existiu a importância de destinar as águas pluviais como um novo vies, minimizando grandes impactos a natureza. Foram usados questionários investigativos e de levantamentos do comportamento do destino da águas de chuvas até a Rede da concessionária, com os funcionários da manutenção e professores da Universidade. As sugestões formuladas objetivam propiciar meios para melhor interação Uso-Novo destino-Prédios do Campus, tendo um alcance maior dos objetivos daquele recurso. Este novo enfoque busca a consciência crítica que permita o entendimento e a intervenção de todos os setores da sociedade, encorajando o surgimento de um novo modelo de sociedade, onde a preservação dos recursos naturais seja compatível com o bem-estar sócio-econômico da população. Os conceitos apresentados a seguir foram formulados em eventos importantes, constituindo-se em referências para a formulação e desenvolvimento de projetos.
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POSSIBILIDADES PARA UM URBANISMO SOCIAL:experiências de participação pública e ações coletivas no acesso e uso do solo urbano
Leandro Fernandes Viana, Giovanni Allegretti
A proposta do presente trabalho visa uma discussão e análise sobre a articulação de diferentes experiências de participação pública e ações coletivas protagonisadas por movimentos sociais no enfrentamento de problemáticas relacionadas ao acesso e uso do solo urbano fora da égide do paradigma dominante do legalismo liberal e em resposta às nefastas conseqüências do neoliberalismo para as políticas sociais. A análise também recai nas formas e estratégias de enfretamento às barreiras existentes nos mecanismos de participação e reconhecimento do papel da cidadania presentes em tais lutas e bem como as implicações das diferentes modalidades de participação pública e de acção colectiva em termos de capacitação dos cidadãos e cidadãs e de alargamento do controle social sobre a produção e usos sociais de diferentes formas de conhecimento, incluindo a produção de políticas públicas e sociais alternativas para o problema da moradia e regularização fundiária, por exemmplo, entre outras. Sua proposição ilustra-se na identificação do campo em que tais práticas e ações se inserem e configuram o desenho participativo e/ou representativo dentro das políticas urbanas. Os objetivos apontam para a tarefa reflexiva de focalizar as lutas cotidianas dos referidos movimentos, suas características reivindicatórias, suas expressões de resistências, suas redes e relações com outros movimentos, como também seus mecanismos e respostas para o tema da regulação e legalização. Uma das metodologias desenvolvidas neste estudo consiste, em primeiro plano, na análise das ações de movimentos de luta urbana, focalizando e mapeando o desenho dos mecanismos de participação e as barreiras existentes nos cenários a serem ilustrados. Também serão considerados os cruzamentos de dados relativos ao conjunto das reivindicações propostas pelos movimentos estudados e os mecanismos políticos, econômicos, sociais, culturais e ambientais que podem torná-las viáveis. O desenvolvimento do trabalho prescinde de tais cruzamentos para identificar os novos arranjos participativos e suas feições e práticas no interior de ambientes de dinamicidade na apresentação de novas demandas urbanas que podem ensejar outras atitudes e inovações cidadãs.
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Práticas de profissionais de saúde mental em catástrofes e emergências
Grasiele Aparecida Garcia dos Santos, Aline,Altivir,Camila,Danielle,Fernanda,Flávia,Lucas,Renata,Vivian
O ser humano em seu trajeto histórico está exposto a catástrofes naturais, situações de emergência, abusos, acidentes, etc, que trazem transtorno, mal-estar e sofrimento. A proximidade de uma catástrofe provoca uma das mais difíceis percepções psicológicas dos tempos modernos: não estamos no comando dos nossos destinos e tudo o que construímos pode ser destruído a qualquer momento por acontecimentos que não conseguimos controlar. Estima-se que entre um terço e a metade da população exposta a estes acontecimentos sofre algum tipo de manifestação psicológica.
Por serem ainda muito recentes as discussões acerca de catástrofes e emergências no Brasil, é importante ampliar o conhecimento científico e proporcionar novas pesquisas acerca desse tema, contribuindo com o desenvolvimento de alternativas para lidar com essas situações. Nosso trabalho, uma pesquisa ainda em andamento, busca conhecer as práticas e propostas de intervenção de profissionais de saúde mental em catástrofes e emergências e também alguns conceitos, procedimentos e técnicas grupais associadas às suas práticas.
Para atingir os objetivos propostos, foram realizadas entrevistas semidirigidas com psicólogos e psiquiatras que atuam na área de prevenção, pesquisa e intervenção em situações de catástrofes e desastres.
Como meio de conhecer as práticas desses profissionais utilizamos alguns conceitos e procedimentos apresentados por Benjamin (1994) e por Winnicott (1975), sobretudo em O Brincar e a Realidade. Acredita-se que essa é uma forma de introduzir o pesquisador como sujeito da pesquisa a partir do momento que é introduzido na história ao ouvi-la pela narrativa. É também um modo de o narrador construir e reconstruir suas experiências.
A análise das experiências recolhidas é feita utilizando-se a proposta de Nóvoa (1992) com relação aos relatos, narrativas e histórias de vida, em que se atenta aos aspectos cronológicos, de deslocamento geográfico e contexto, ao mapa relacional e à síntese do discurso. -
Projeto Sorria Bairro-Escola: a Defesa Civil de Nova Iguaçu na redução da cárie de estabelecimento precoce
Paulo Renato Martins Vaz* - Ten Cel BM RJ, Fernanda Figueira Rodrigues Vieira; Roberto da Gama Silveira; José Massao Miasato
A cárie é a doença que mais afeta os humanos em todo o planeta. Há vários relatos sobre o acometimento de crianças com menos de 72 meses de idade pela cárie de estabelecimento precoce (CEP). O objetivo desta pesquisa é apresentar uma ação em saúde bucal coletiva realizada pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil da Prefeitura de Nova Iguaçu/RJ, com os 609 pré-escolares, de 2 a 5 anos de idade, das 14 creches públicas municipais, assistidos pelo projeto Sorria Bairro-Escola, iniciado em julho de 2007. Seis acadêmicos de Odontologia foram calibrados pelo coordenador municipal de Defesa Civil, mestre em Odontopediatria e especialista em Saúde Coletiva. A doutrina da prevenção foi trabalhada com os pais, professores e pré-escolares. Houve aplicação tópica de flúor nas crianças, atividades lúdicas com jogos e confecção de porta-escovas com garrafas pet, e distribuição de kits de higiene oral contendo escova infantil, pasta e fio dental. Quando a prevenção não foi suficiente, utilizou-se o Tratamento Restaurador Atraumático (TRA), de máxima prevenção e mínima invasão. As crianças foram atendidas nas carteiras das creches. As restaurações foram realizadas utilizando-se Cimento Ionômero de Vidro. O programa EPI-Info 6.04d e o teste estatístico Qui-quadrado (p
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São Tomé e Príncipe e os Desafios Frente às Mudanças Climáticas Globais
ilunilson dos Santos Paquete Fernandes, ilunilson dos Santos Paquete Fernandes
Os impactos da mudança do clima segundo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima ? IPCC são de ordem global, mas, o continente africano é o mais vulnerável aos impactos, devido as fragilidade das instituições política, sociais e econômicas. São Tomé e Príncipe é um país insular pertencente ao continente africano, por isso, faz parte dos países mais vulnerável aos impactos das Mudanças Climáticas. O país já se encontra dando os primeiros passos no que concerne ao planejamento participativo das áreas mais vulneráveis ambientalmente, como estão elencados no Plano de Ação Nacional de Adaptação às Mudanças Climáticas ? NAPA/PANA, que tem como objetivo minimizar os efeitos das alterações climáticas para que não haja perda de vidas humana. Partindo da problemática contemporânea de risco, desastres e insegurança, o objetivo do trabalho foi de analisar e descrever as principais práticas sociais da sociabilidade santomense mais vulnerável aos eventos extremos relacionado às Mudanças Climáticas Globais. Os diagnósticos trazidos pelo referido Plano, para cumprir os seus objetivos precisam ser abraçados pela autoridade governamental como política do Estado e não como política do governo. A descoordenação entre a formulação de políticas de sustentabilidade ambiental e a sua materialização pelas mãos dos que detém o poder decisório é outra dimensão que cria um fosso entre a aspiração à cidadania e sua real concretização, que se traduz em aumento inseguranças e a vulnerabilidade social já presente no quotidiano.
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Sistema de Comando em Operações: O Gerenciamento de Emergências - Uma Análise do Modelo do Corpo de Bombeiros Militar do Espírito Santo
Siwamy Reis dos Anjos, Marilene Olivier (orientadora)
Ao se iniciar esta pesquisa, pretendeu-se uma análise crítica e reflexiva sobre o funcionamento do Sistema de Comando em Operações na busca de uma nova abordagem para a articulação das agências envolvidas no atendimento a emergências. Para isso foi necessário descrever o modelo utilizado nos EUA, o Incident Command System. Trata-se de uma pesquisa exploratória, dotada de uma abordagem qualitativa que busca encontrar em um universo teórico-prático as possibilidades para adoção de um único modelo de emergências para todos os órgãos de resposta no Espírito Santo. A seqüência teórica serviços-redes-complexidade determinaram a cadência evolutiva da construção do conceito de emergências complexas e da sua necessidade de resposta dos atores sociais. Da mesma forma a categorização do nível de complexidade de uma emergência foi considerada a partir da inter-relação entre as variáveis, quanto à sua presença e intensidade. O viés empírico da pesquisa resgata as inundações vividas em 2005 nos municípios de Mimoso do Sul e João Neiva, e ainda, um desabamento ocorrido em Domingos Martins, em 2007. Nesses cenários foram extraídas visões do pesquisador e de agentes públicos que trabalharam nas ações de resposta de modo a desvendar os problemas que traduzem, de maneira geral, a falta de articulação entre os atores sociais. A análise dos dados levou a concluir que as ações de resposta carecem da adoção de uma ferramenta de gerenciamento de emergências em nível estadual como forma de atingir a todos os atores sociais que de alguma forma se empenham nessas ações.
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Vítimas pediátricas em desastres: peculiaridades, abordagem e atendimento.
Richard Wagner Oliveira de Souza, Clarisse de Souza Humberto Folly
Não podemos ignorar que uma parcela das potenciais vítimas de desastres é composta por crianças. Então é importante que os serviços de emergência, responsáveis pelo atendimento primário de desastres, além de aptos para o atendimento de vítimas adultas, estejam preparados para lidar adequadamente com vítimas pediátricas nessa situação extrema.
Crianças apresentam características físicas e psicológicas que fazem com que, no caso de desastres, sejam mais suscetíveis às agressões (físicas, químicas, biológicas, etc). Conhecer estas características contribui para um atendimento mais eficiente.
Destinado a profissionais com atuação no atendimento primário de emergência, este trabalho visa apresentar algumas peculiaridades da criança vítima, noções de avaliação e noções de tratamento desta vítima.
Sobre o autor: Graduando em Enfermagem pela UNESA, com extensão universitária em Logística de Serviços de Saúde, Gerência da Inovação e Gerenciamento de Conflitos pela UFSC; Técnico em Enfermagem; Técnico em Emergências Pré-Hospitalares; Capacitado em Resposta a Terrorismo Pediátrico pelo EKU (USA), Capacitado pela Federal Emergency Management Agency (USA) em Desenvolvimento e Administração de Voluntários, Agências Voluntárias em Emergência e Exercícios de Desastre. Treinado em atendimento médico tático militar em combate na Nellis Air Force Base. Instrutor de Cursos do Emergency Care & Safety Institute (ECSI) e da American Academy of Pediatrics. Servidor da Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro e do Ministério da Saúde. -
Vulnerabilidade e risco da população de baixa renda nas áreas de risco afetadas pelo desastre no município de Blumenau.
Rita de Cássia Dutra, Angela Grando, Camila Belleza Maciel, Antônio Edésio Jungles
A recorrência e a intensificação dos desastres Santa Catarina vem em muito confirmar o nível de instabilidade, incerteza em que as populações pobres estão colocadas frente aos eventos naturais. As populações localizadas em áreas de risco são grupos sociais cada vez mais expostos às ameaças dos eventos naturais. A identificação da vulnerabilidade e do risco é componente importante na análise dos estudos sobre desastres naturais. Assim, as dimensões das investigações do mapeamento das áreas de risco no município de Blumenau no pós desastre de 2008, foram interdisciplinares, contou com a participação de engenheiros, geólogos, geógrafos, sociólogos, psicólogos, e arquitetos. A metodologia utilizada seguiu o modelo do CEPED/UFSC ? Centro de Pesquisas e Estudos Sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina. Entre os dados investigados no mapeamento estão: I) Caracterização da moradia, tipo do imóvel, dano do imóvel, localização da moradia, dano do terreno, condições da moradia, alternativa de moradia; II) Característica da família, renda, escolaridade, número de pessoas ocupando a moradia, número de menores, presença de idosos, portadores de necessidades, número de óbito, desaparecidos, desabrigados, depende de benefícios sociais; III) Condições de infra-estrutura, origem e o destino da água, sistema de drenagem, lançamento de água servida, acesso a rede de esgoto, acesso a energia elétrica. Com isso, serão apresentados por meio deste trabalho, os principais aspectos investigados como forma de instruir a população em geral para a prevenção dos riscos dos desastres naturais.
Comunicação de Práticas Profissionais
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A ATUAÇÃO DA ANA NA PREVENÇÃO DE EVENTOS CRÍTICOS
Alessandra Daibert Couri, Não tem
A ANA tem, dentre suas atribuições definidas no Art. 4º da Lei nº 9.984/ 2000, a de ?planejar e promover ações destinadas a prevenir e minimizar os efeitos de secas e inundações, no âmbito do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, em articulação com o órgão central do Sistema Nacional de Defesa Civil, em apoio aos estados e municípios?.
Face à ocorrência de sucessivos eventos críticos e à necessidade de acompanhá-los em tempo real, de forma sistemática e pró-ativa, fornecendo respostas com maior agilidade e precisão, foi aprovada, pela Diretoria Colegiada da Agência, a criação da Sala de Situação da ANA, cujo principal objetivo é acompanhar as tendências hidrológicas em todo o território nacional, com a análise da evolução das chuvas, dos níveis e das vazões dos rios e reservatórios, da previsão do tempo e do clima, bem como a realização de simulações matemáticas que auxiliam na prevenção de eventos extremos.
A Sala de Situação funciona como um centro de gestão de situações críticas e subsidia a tomada de decisões por parte de sua Diretoria Colegiada, em especial, na operação de curto prazo de reservatórios, através do monitoramento das condições hidrológicas dos principais sistemas hídricos nacionais de modo a identificar possíveis ocorrências de eventos críticos, permitindo a adoção antecipada de medidas mitigadoras e, assim, minimizando os efeitos de secas e inundações. -
A Vigilância em Saúde Ambiental relacionada aos desastres em Mato Grosso do Sul
Alexandra Maria Almeida Carvalho Pinto, Paula Therezo Canazarro Barros
A saúde ambiental é uma área que está voltada para a saúde da população exposta a diversos riscos decorrentes de fatores ambientais, entre os quais estão os desastres naturais e os acidentes com produtos perigosos. No estado de Mato Grosso do Sul, antes de 2007, algumas ações nestas áreas eram feitas de maneira isolada por técnicos da vigilância sanitária e muitas vezes não tinham prosseguimento devido às outras atividades desenvolvidas pelo técnico. No final do ano de 2006 iniciavam-se os primeiros trabalhos para a criação da vigilância em saúde ambiental no estado, com a mobilização de alguns técnicos, reuniões, abertura de processos para compra de material para a estruturação, etc. Finalmente, através do Decreto Estadual N. 12.375, de 18 de julho de 2007, foi apresentada a estrutura da Secretaria de Estado de Saúde, e dentro dela a Coordenadoria Estadual de Vigilância da Saúde Ambiental (CVA). O corpo técnico da CVA é formado por profissionais de diversas áreas: veterinária, engenharia ambiental, nutrição e educação, que foram transferidos de outros setores da própria Secretaria de Saúde, mostrando assim a sua multidisciplinaridade. Dentre os programas implantados no estado, os programas vigilância em saúde ambiental relacionada aos desastres naturais (VIGIDESASTRES) e vigilância em saúde ambiental relacionada aos acidentes com produtos perigosos (VIGIAPP) são os que mais atuam intersetorialmente, principalmente com a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros Militar e órgão de Meio Ambiente. A atuação destes programas está voltada para a gestão de riscos, nas diversas etapas do sistema que envolvem o desastre: prevenção, preparação e resposta, conseqüentemente fortalecendo o setor saúde em situações de desastres. Este trabalho pretende mostrar o histórico de atuação do VIGIDESASTRES em Mato Grosso do Sul, focando principalmente nas ações desenvolvidas para a sua implantação, dentre as quais seminários, simulados, planos de resposta do setor saúde para desastres e algumas respostas a acidentes que ocorreram no estado de Mato Grosso do Sul, e que fortalecem as ações intersetoriais no âmbito governamental e, principalmente, reduzem a vulnerabilidade da população devido a melhor organização do serviço de saúde.
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Ações de Defesa Civil - Abalos Sísmicos no Maciço Meruoca / Rosário / CE
Francisco das Chagas Brandão Melo, Maria Ioneide Araújo
AÇÕES DE DEFESA CIVIL - ABALOS SÍSMICOS NA REGIÃO DO MACIÇO MERUOCA/ROSÁRIO/CE
Francisco das Chagas Brandão Melo
Coordenadoria Estadual de Defesa Civil do Ceará ? CEDEC.
brandao@stds.ce.gov.br
O presente trabalho tem como objetivo apresentar as ações de defesa civil, frente aos abalos sísmicos registrados na Região Norte do Estado do Ceará, considerando que as mesmas já fazem parte da rotina de trabalho da Coordenadoria Estadual de Defesa Civil - CE, como também, das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil ? COMDEC?S, dos municípios diretamente atingidos e, da população cearense vulnerável a este tipo de desastre. No caso específico do maciço Meruoca / Rosário, as ações aconteceram de modo a minimizar e / ou evitar o êxodo, pois as experiências em outras atividades sísmicas já registradas em nosso território recomendam a convivência com eventos dessa natureza. As quatro fases de defesa civil: prevenção, socorro, assistência e reconstrução são prontamente exercidas, durante os períodos de atividade sísmica em nosso Estado. Acreditamos que de certa forma, a população daquela região encontra-se preparada para conviver com a perspectiva de registro de novos abalos sísmicos, inclusive com a orientação psicológica dada através da parceria com o Departamento de Psicologia da Universidade Federal do Ceará ? UFC, no município de Sobral. As Coordenadorias Municipais de Defesa Civil tiveram grande atuação com o apoio dispensado por parte dos gestores municipais, fazendo com que essas ações caminhassem juntas, com a finalidade de atender prioritariamente à comunidade ameaçada pelos eventos adversos. Portanto, a metodologia aplicada para o convívio com esse tipo de desastre foi assimilada pelo universo de pessoas diretamente atingido. No caso dessas comunidades específicas, a conquista dessa credibilidade se deu graças ao compromisso intersetorializado assumido nas orientações / afirmativas que se consolidaram ao longo de todo esse processo. Em se tratando de fenômenos naturais, como sabemos, não existe uma comunidade 100% preparada e como tal o trabalho continua, principalmente de modo preventivo. -
AÇÕES HUMANITÁRIAS EM APOIO AO DESASTRE OCORRIDO NO ESTADO DE SANTA CATARINA
Luiz Carlos Ribeiro da Silva, Reginaldo de Jesus Souza
Será abordado todas as ações desencadeadas no âmbito do Distrito Federal oriundas da Campanha\"SOS Santa Catarina Brasília Solidária\", Que arrecadou mais de 602 toneladas de alimentos, materias de higiene pessoal entre outros.
O garnde diferencial da Campanha foi um centro de triagem montado e o envio de agentes para Santa Catarina, provocando o envio somente de materias triados diretamente para os municípios mais atingidos. \"Brasília Transformou Solidariedade em Realidade\".
CEL RIBEIRO -
Aplicação da Ferramenta Computacional ADONIS na Determinação do Grau de Risco de Taludes na Cidade de Blumenau/SC (Estudo de Caso)
Israel Lazzarin Carneiro de Araujo, Eduardo Brogni / Adailton Antônio dos Santos
Taludes de solo ou rocha estão sujeitos constantemente a problemas geotécnicos associados a sua instabilidade, assim causando danos materiais e em muitas vezes perdas humanas. Tais patologias, quando identificadas desde o seu estágio inicial, podem ser resolvidas, em grande parte, mediante soluções simples, econômicas e que contribuem para maior segurança do bem estar coletivo. Diante das duas metodologias atualmente mais utilizadas, IPT e GEO-RIO, nas tarefas de diagnóstico e prognóstico do grau de periculosidade de taludes em áreas de risco, propõem-se a aplicação de um software, intitulado Adonis, que visa sanar as lacunas ignoradas pelas metodologias atuais. A Análise de Decisão de Raiffa, juntamente com as Equações de Risco de Van Westen são utilizadas como ferramentas matemáticas para determinação do grau de periculosidade e classificação hierárquica das áreas de risco. Os critérios de priorização adotados contemplam o tipo de ocupação ao qual o talude está submetido, bem como as atividades executadas no em torno do mesmo. A aplicação de tal ferramenta, nas áreas de risco da Cidade de Blumenau/SC, validou os resultados apresentados pelo software, mostrando ser viável realizar uma análise de risco através de um processo racional e objetivo.
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Aplicação do Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários SUMA na região de Campinas
Sidnei Furtado Fernandes, Mauricio Benevides de Almeida, Deuziane Izarlete Ribeiro,Valdira de Santis Mota
A região de Campinas possui mais de 30 agentes de Defesa Civil treinados pelo Fundesuma da Costa Rica, sendo que cidades de Campinas e Atibaia possuem equipes de atendimento em Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários (SUMA) e Administração Integral de Materiais em Emergências (MISE) que já foram testado no I Simulado Regional de Ajuda Humanitária, realizado em Campinas.
O Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários - SUMA é uma ferramenta para o gerenciamento de provisões humanitárias, desde o momento em que a oferta é feita pelos doadores até a hora em que chega à área do desastre e seja armazenada e distribuída.
O objetivo principal do projeto SUMA é desenvolver auto-suficiência nos países e assegurar que eles possam gerenciar a ajuda humanitária com seus próprios recursos. As equipes nacionais do SUMA é formada por voluntários tais como pessoas de organismos nacionais de saúde e socorro, a Defesa Civil ou forças armadas, ministérios de relações exteriores, escritórios de alfândegas, Cruz Vermelha, ONGs entre outros.
O Sistema SUMA permite:
? Identificar, ordenar e classificar a ajuda humanitária na região afetada por desastres;
? Definir prioridades sobre os subsídios, de acordo com a necessidade da população afetada pelo desastre;
? Permite uma visão rápida do fluxo de doações e necessidades existentes;
? Dar seguimento a distribuição dos artigos de emergência, desde o nível central, centros de distribuição e nível local;
? Preparar informes e intercâmbio de informações com administradores de desastres, organismos humanitários e doadores.
EQUIPE PROFISSIONAL SUMA
NÍVEL CENTRAL
? Coordenador
? Equipe Consultora
UNIDADES DE CAMPO
? Dois operadores por unidade
MÓDULOS DO DEPÓSITO
? Dois Operadores -
aspectos gerenciais da fase da resposta - a experiência da comdec nova petrópolis no tornado de 10/09/2008
fabio guizzardi, comdec nova petrópolis
Em 10 de setembro de 2008, o município de Nova Petrópolis passou pela pior experiência em desastres naturais desde a sua colonização. Foram entre cinco e dez minutos de um intenso vendaval acompanhado de granizo que resultaram em prejuízos sociais e econômicos até hoje não recuperados.
Foi tamanha a fúria que os diversos meios de comunicação do país registraram e cobriram este evento adverso por diversos dias, inclusive com intervenções em rede nacional.
A resposta iniciou imediatamente através dos órgãos da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil.
A intenção é apresentar aos participantes do V Seminário de Defesa Civil os aspectos gerenciais da atuação da COMDEC NP durante a fase da Resposta neste caso específico, com seus erros e acertos, e, acima de tudo, com a mobilização da comunidade para resolver seus problemas sem aguardar o apoio de outras esferas de governo. -
Assistência as Famílias em apoio a Sepultamentos Coletivos
Sidnei Furtado Fernandes, Valdira de Santis Mota
FINALIDADE
Apoio aos familiares das vitimas fatais na remoção, identificação e sepultamentos de corpos em situação de desastres de massa.
OBJETIVOS
a)Coordenar ações de Defesa Civil visando reabilitar cenários de desastres nas atividades de remoção, identificação e sepultamentos de corpos sempre em apoio ao Instituto Médico Legal e Serviço Funerário Municipal
b)Designar equipes treinadas e preparadas para apoiar Instituto Médico Legal e Serviço Funerário Municipal para apoio a execução das seguintes atividades; -
ATUAÇÃO DO CORPO DE BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS
fabio guizzardi, edison eduardo rother
O objetivo é apresentar a experiência da atuação do corpo de bombeiros voluntários de Nova Petrópolis em ações de defesa civil.
Com dezoito anos de história, o CBVNP participou ativamente de todos os eventos adversos que atingiram o município neste período.
Atualmente, a equipe é composta por cerca de 60 voluntários capacitados para o combate e controle de incêndio, atendimento pré-hospitalar, resgates diversos, gerenciamento de risco e desastres, dentre outros.
Quanto aos recursos materiais, o CBVNP conta com viaturas e equipamentos prevenção e resposta às adversidades, como explosímetro, materiais de resgate, dentre outros. -
AUTUAÇÃO DO AGENTE SAÚDE NO SISTEMA MUNICIPAL DE DEFESA
MAURICIO BENEVIDES DE ALMEIDA, MARIA GORETI PNAFFI HEGER
A atuação sistêmica dos órgãos que compõem o Sistema Municipal de Defesa Civil - SIMDEC devem contemplar atividades de defesa civil em todas as fases de atuação, quer seja prevenção, assistência, recuperação e reconstrução.
Cada orgão deve estar envolvido e comprometido, dentro de suas atribuições legais nas prestação de serviços públicos em prol do fortalecimento do próprio Sistema.
Uma vez que, em situações de desastres as ações de resposta, de reconstrução e recuperação serão de responsabilidade do Governo do Município e que caberá aos órgãos públicos municipais localizados na área atingida a execução imediata das medidas que se fizerem necessárias, nada mais lógico que todos sejam também acionados para desempenharem atividades de prevenção.
Partindo-se dessa premissa, temos como o agente público mais próximo das áreas de desastres, os Agentes de Saúde, do Programa de Saúde da Família, que além de seu contato diário com moradores de áreas de risco, também residem na própria área diário . São esses que agentes que detém o conhecimento pormenorizado de cada comunidade onde esta atuando, pois agem em contato direto com a família, dentro de uma matriz de trabalho preconizada pelo Ministério da Saúde, tem como uma das tarefas principais a manutenção atualizada do cadastro de moradores de cada área de atuação.
No processo de mudança cultural, para as ações de prevenção, não basta apenas a realização de campanhas periódicas sobre determinados desastres a que esta sujeito a comunidade, para a obtenção de resultados satisfatórios, tem-se a necessidade de um acompanhamento continuo, onde as metodologias de intervenção devem ser aprimoradas e trabalhadas no dia a dia.
Nos últimos 8 anos, os trabalhos de prevenção e conscientização das comunidades localizadas em áreas de risco são realizadas diariamente, seja com a presença física do Agente de Saúde na comunidade, no trabalho desenvolvido ou pelas visitas periódicas as famílias, onde além das atribuições legais pertinentes a saúde, vem sendo um multiplicador das ações de prevenção de desastres desencadeadas pelo Sistema Municipal de Defesa Civil.
Esse trabalho diário junto a comunidade tornou as ações de prevenção, através do processo de mudança cultural desencadeado, mais eficiente, onde ao longo do tempo passaram a surtir os efeitos esperados, tornado as comunidades onde estão inseridas menos vulnerável e mais seguras e minimizando o impacto dos desastres. -
Capacitação em Percepção de Risco para o Maciço do Morro da Cruz - Florianópolis/SC
Patricia Pereira Abuhab, Guilherme Blauth, Vera Longo e SAndra Alves
Os educadores do Instituto Harmonia na Terra, Patricia Abuhab e Guilherme Blauth, conceberam e coordenaram o Curso de Capacitação Percepção de Risco, parte integrante do projeto \'Percepção de Risco a Descoberta de um Novo Olhar\', realizado pelo Departamento Estadual de Defesa Civil de Santa Catarina, em parceria com o Centro Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da Universidade Federal de Santa Catarina (CEPED/UFSC).
Durante o segundo semestre de 2008, os líderes comunitários do Maciço do Morro da Cruz, zona extremamente vulnerável de Florianópolis, participaram deste projeto piloto de capacitação em percepção de risco e prevenção de desastres. O processo educativo incluiu ainda uma ação comunitária de Defesa Civil no dia (8 de outubro), Dia Mundial de Redução de Desastres,
O objetivo geral do curso foi contribuir para a formação de cidadãos conscientes
de suas responsabilidades com a sociedade e seu entorno , de suas vulnerabilidades e força de ação. A metodologia utilizada, que dialoga com a realidade, promoveu reflexões essenciais sobre o desafiante
contexto atual. Com a avaliação coletiva da realidade das comunidades foi
estimulada uma percepção mais aguçada em relação aos riscos existentes em cada
localidade e se discutiu quais as alternativas possíveis para minimizar danos e
efeitos adversos.
A partir deste processo, os participantes elaboraram mapas de risco e planos de
ação para prevenção e preparação. A articulação de ações entre as lideranças comunitárias para reduzir os riscos e os desastres mostrou-se fundamental para propiciar o intercâmbio de informações e vivências, visando tornar as comunidades mais seguras e preparadas e contribuindo ainda para fortalecer os laços da comunidade com os órgãos de Defesa Civil.
A ação comunitária coletiva realizada no curso reuniu as diversas lideranças na comunidade considerada por eles a mais vulnerável da região e contou com a presença da Defesa Civil. Os participantes ouviram relatos dos moradores, observaram e fotografaram os principais riscos da comunidade e instalaram placas de prevenção em locais estratégicos.
O projeto citado visa aumentar a percepção de risco de adolescentes e adultos frente aos desastres ocasionados por fenômenos naturais. Trata-se de uma abrangente campanha educativa para cultura de prevenção de desastres, desenvolvida em 2008 e 2009, alcançando todas as escolas públicas estaduais de Santa Catarina e comunidades em situação de vulnerabilidade social em Florianópolis. -
Caracterização de Sinais de Risco a Deslizamentos
Roberto de Oliveira, Angela Beltrame
Este relato baseia-se em observações de campo, realizadas em mais de 220 propriedades rurais e urbanas dos municípios catarinenses de Pomerode e Blumenau (bairro Garcia). Desenvolveram-se pareceres de liberação ou interdição sobre terrenos e edificações onde se identificou riscos a novos deslizamentos.
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Cenários Prospectivos nas atividades de Defesa Civil.
Sidnei Furtado Fernandes, Gutemberg Felipe Martins da Silva
Técnica realizada em 2005 para elaboração de cenários em 2010 nas atividades de Defesa Civil em Campinas e região.
Aplicação de Cenários Prospectivos nas atividades de Defesa Civil representa a configuração de imagens de futuro condicionadas e fundamentadas em jogos coerentes de hipóteses sobre os prováveis comportamentos das variáveis determinantes do objeto de planejamento.
OBJETIVOS: Analisar o estudo -
Curso de Formação de Agente de Defesa Civil - CFA
Valdira de Santis Mota, Sidnei Furtado Fernandes
O CFA foi realizado pelo 5º ano consecutivo em Campinas, de forma gratuita, sendo que até o momento contamos com a participação de representantes de 21 municípios da região.
O referido curso vem sendo realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Recursos Humanos. Os instrutores do CFA, geralmente, são integrantes do Sistema Estadual, Regional e Municipal de Defesa Civil, facilitando a interface com estes.
Alguns temas abordados durante o curso: Conceituação Básica sobre Defesa Civil, Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários -
DEFESA CIVIL MUNICIPAL ? ÓRGÃO DE RESPOSTA OU DE PREVENÇÃO E PREPARAÇÃO
MARCO ANTONIO DE RESENDE PASSOS, CARLOS ROBERTO MOREIRA LÚCIO
Não existe nas políticas públicas e na sociedade brasileira uma preocupação com ações de prevenção, e sim o predomínio de ações emergenciais. Sabendo que a resposta aos desastres afeta diretamente o planejamento de outras ações do governo, e conforme divulgado na Conferência Mundial de Redução de Desastres, em Kobe - Japão, em fevereiro de 2005, para cada dólar gasto em ações preventivas, são economizados sete na recuperação ou reconstrução, podemos afirmar que, dentre as quatro ações, prevenção , preparação, resposta e reconstrução, uma Defesa Civil Municipal deve atuar, principalmente, na prevenção e na preparação, pois se o trabalho de prevenção estiver voltado para identificar os riscos, formular intervenções que o reduzam e preparar as comunidades para o enfrentamento através, principalmente, da criação dos Núcleos Comunitários de Defesa Civil - NUDEC haverá poucos danos imediatos a serem reparados e poucos deslocamentos de recursos do planejamento inicial previsto para execução do Plano de Governo Municipal.
De acordo com o art. 13, item X, do Dec. Nº 5.376 que dispõe sobre o Sistema Nacional de Defesa Civil, ?analisar e recomendar a inclusão de áreas de riscos do plano diretor estabelecido pelo §1º do art. 182 da Constituição?, o Órgão de Defesa civil a nível Municipal deve realizar estudos específicos em regiões onde os desastres ocorrem, com freqüência, realizando seus Mapas de Riscos e consequentemente seus Planos Municipais de Redução de Riscos - PMRR.
O monitoramento dos fenômenos é muito importante não só para a previsão de desastres, mas para orientação das ações do ente municipal, tanto nos intervenções diretas, obras em encostas e locais sujeitos ao alagamento, como na preparação da população, exemplo orientação aos produtores rurais na utilização de queimadas.
Os PMRR devem ser desenvolvidos em nível local e regional, definindo os níveis de risco, MUITO ALTO (MA), ALTO (A), MÉDIO (M) e BAIXO (B), de cada residência ou área a ser atingida e ser complementado com informações originadas em centros de pesquisas, notícias da imprensa, estudos acadêmicos, previsões nacionais e internacionais e analises dos órgãos gestores de recursos hídricos, este último em função de acontecerem no Brasil desastres, em sua maioria, motivada por água, escassez ou abundância, ou seja, seca ou enchente.
As ações de prevenção a desastres podem ser desenvolvidas através de medidas estruturais e não estruturais que dependendo do nível de risco devem ter sua execução priorizada em caráter emergencial, incluída no Plano Plurianual ou incluída no Plano Diretor, que representa o instrumento básico da política de desenvolvimento do Município e tem como principal finalidade orientar a atuação do poder público e da iniciativa privada na construção dos espaços urbano e rural na oferta dos serviços públicos essenciais, visando assegurar melhores condições de vida para a população.
As medidas estruturais são aquelas onde se aplicam normalmente soluções de engenharia, executando-se obras de estabilização de encostas, sistemas de micro e macro drenagem, obras de infra-estrutura urbana, realocação de moradias, construção de cisternas rurais, sistema de monitoramento e alarme, etc. As medidas não estruturais são aquelas que onde se aplica medidas relacionadas às políticas urbanas, planejamento, legislação, planos de contingência e educação.
O que devemos analisar principalmente é que o Órgão de Defesa Civil Municipal deve se preocupar, preferencialmente, com as fases preventivas e de preparação, pois na maioria das vezes, a fase de resposta já é atendida pela Defesa Civil Estadual, Corpos de Bombeiros, e a fase de reconstrução serão necessários auxílios com recursos federais.
Verificam-se na elaboração de uma Defesa Civil Municipal dois itens, primeiro que o § 5º do artigo 144 ?...aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil?, define que a atribuição para executar atividades de defesa civil é do Corpo de Bombeiro Militar, órgão estadual, que atua, basicamente, na resposta, e segundo que os governantes municipais não investem em uma COMDEC estruturada e por sua vez quando existem, são ?habitadas? por pessoas com o mesmo pensamento, ser um órgão de resposta.
O questionamento se faz na necessidade de Planos de Defesa Civil bem definido e do fortalecimento e continuidade do Órgão de Defesa Civil Municipal.
Este cenário pode ser modificado com algumas ações a serem discutidas:
? Fortalecimento da cultura prevencionista, comprovando com estatísticas de que os valores utilizados nas ações de redução de riscos não podem ser considerados custos e sim investimentos;
? Investimentos, dos níveis federais e estaduais, na instalação das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil;
? Definição de profissões próprias para a sua execução e;
? Alteração da Constituição Federal, com a definição dos níveis de atuação de cada órgão do Sistema Nacional de Defesa Civil, Federal, Estadual e Municipal, nas quatro fases, Prevenção, Preparação, Resposta e Reconstrução. -
Defesa Civil nas Escolas - Ênfase Acidentes Domésticos
JARBAS MOTA SIQUEIRA, AGNALDO TRISTÃO AQUINO
Após observar que poderíamos contribuir para baixar índices de atendimento de crianças nos Postos de Saude com problemas de acidentes domésticos, decidimos realizar palestras, já tendo alcançado oito mil crianças a partir de 2005 quando timidamente iniciamos. Entramos agora na fase de levantamento de dados p/ obtenção de feed back. Contudo, estamos felizes com os resultados, haja vista, a procura de nossas Diretoras e Coordenadoras de Escolas. Nossas palestras duram em torno de 20 minutos, usando metodo de transmissão direta. Os alunos, de faixas etárias entre 4 e 18 anos, têm assistido de forma participativa, pois, o assunto é muito envolvente e maioria deles já passou por algum dos casos comentados. Achamos ainda conveniente, envolver comunidades e assim, temos também ministrado o assunto para adultos. Maioria, pais dos alunos.
Obs: Possuimos slides de nossas palestras, que funcionam como documentário.
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DESAFIOS E OPORTUNIDADES PARA FORMAÇAO DE VOLUNTÁRIOS EM DEFESA CIVIL -METODOLOGIA E CURRICULO - ESTUDO DE CASO: Cidade de São Carlos.
Pedro Fernando Caballero Campos -Associação Voluntária de Proteção Civil de São Carlos-PROCIV (ONG), Não possui
Objetivo: Em virtude do país não possuir uma política direta de valorização à vida, é nas colossais dificuldades que enfrentamos nas mais diversas áreas urbanas. A existência de pouco material didático para o ensino na área de segurança e prevenção contra desastres e formação da comunidade através do voluntariado, assim como cada vez mais esta comprovado que se precisa da intervenção do próprio cidadão, ou seja, da população, na prevenção, proteção ou na emergência contra fatos ou eventos catastróficos (sejam de origem natural ou tecnológica) que possam impactar a uma comunidade como também é de conhecimento público que o governo não possui condições para resolver todos os problemas que possam afetar a comunidade. Uma das funções da Defesa Civil é a de conseguir formar este cidadão a curto prazo a finalidade de atender o mínimo possível, mas com conhecimento de causa e efeito, para que possa atuar eficazmente quando necessário.
Metodo: Em virtude da Defesa Civil de São Carlos possuir uma sistematização de dados relativos aos problemas que afetam à população, dentro ou fora da área urbana. Iniciou-se um trabalho de pesquisa das necessidades básicas imediatas reverter à situação encontrada.
No relacionado aos problemas da capacitação do cidadão (voluntário), foram analisados programas e modelos utilizados (alguns visitados in loco) por outros países como Japão, EUA, Espanha, Chile, Costa Rica, Argentina e Israel. A partir da analise desses programas e da identificação em forma específica, foram montandos curricululos e métodos didáticos diferenciados de acordo com a clientela e necessidades, assim como recursos audiovisuais e de material de apoio. Dividiram-se os currículos e cargas horárias em aulas teóricas e práticas, com a finalidade de definir em Cursos, Seminários, Palestras e Treinamentos que poderão oferecer uma habilitação efetiva no plano concreto e real, no referente a suprir as necessidades dos usuários, ou da própria comunidade.
Conclusão: A proposta metodológica para a educação e treinamento do cidadão que exerce serviços voluntários junto aos órgãos de Defesa Civil do seu município, poderá ser utilizada por profissionais da Defesa Civil, através de diretrizes que nortearam o programa por dados e conhecimentos adquiridos e desenvolvidos que são aplicados com a finalidade de modificar a atitude do cidadão com novas habilidades e conhecimentos, suprindo a sua necessidade de conhecimento sobre segurança aos desastres e uma melhoria de qualidade de vida, pois a educação é o melhor meio de atingir uma equidade social com proteção a vida humana e ao meio ambiente. -
Desastre Novembro/2008 Impactos e Resposta
Joni Machado, José Corrêa de Negredo
Histórico
A Defesa Civil de Blumenau iniciada em 1973, no entanto, somente após a grande enchente de 1983, que durou 31 dias, com o rio subindo a 15,34m que surgiu uma nova experiência de atendimento à população. Em 1989 a Prefeitura Municipal de Blumenau criou em sua estrutura administrativa o Departamento de Defesa Civil, para fazer frente aos desastres naturais que ocorrem no município. A elaboração de um plano, a implantação de Abrigos de Defesa Civil, a sistematização de procedimentos e o preparo de lideranças comunitárias, foram os resultados práticos do triste evento de 1983, que inundou 30% das casas e desalojou mais de 50.000 pessoas.
O Desastre de Novembro de 2008.
O caráter inédito do evento de proporção catastrófica ocorrido no Vale do Itajaí, especificamente no município de Blumenau no mês de novembro de 2008 causou inúmeros prejuízos econômicos bem como perdas de vidas no município. A ocorrência de chuvas constantes durante período anterior e chegando a aproximadamente 500 mm de chuvas em apenas dois dias desencadeou a série de eventos de deslizamentos, enxurradas e enchentes.
A Resposta
As ações de resposta imediata que foram executadas durante o evento compreenderam a Formação do SCO ? Sistema de Comando em Operações, a ativação dos abrigos públicos, ativação de operações de salvamento e evacuação de áreas de risco, formação de equipes de voluntários para avaliação de risco, assistência médica, social, psicológica e outras.
A resposta de curto e médio prazo contempla a realização de estudos geológico-geotécnicos, cursos de capacitação e formação, execução e atualização de planos de contingência, campanhas de esclarecimento e prevenção e desenvolvimento de sistema de monitoramento de dados pluviométricos, perfazendo aproximadamente 1000 horas técnicas envolvendo os trabalhos nesta fase.
A longo prazo prevê-se a adequação da estrutura da Secretaria de Defesa Civil visando atender as necessidades atuais e futuras do município.
Joni Machado ? Engenheiro Civil - Defesa Civil Blumenau
José Correa de Negredo ? Téc. Defesa Civil ? Defesa Civil Blumenau
Maria Salete Lobo ? Assistente Social ? Defesa Civil Blumenau -
ESTUDO DAS LAGOAS DE CAPTAÇÃO DE ÁGUAS PLUVIAIS DA ZONA NORTE DE NATAL/RN
Denise Cristina Silva de Oliveira, Alian P.de Arruda, Maria Cristiana da S.Souto, Edilson S.da Costa, Priscilla M.F.Cruz, Márcia Andra
As chuvas ocorridas nos últimos anos em Natal/RN causaram transtornos e prejuízos à sociedade através de desastres por alagamentos resultando inclusive no registro de pessoas desabrigadas. Nesse contexto, as ações de saúde ambiental realizadas pelo setor saúde através do Setor de Vigilância Ambiental(SVA), contemplam, além de outras ações, a identificação e monitoramento de fatores de riscos ligados a desastres naturais ou antropogênicos. Dentre as variáveis que geram a ocorrência deste tipo de desastre identificou-se que a infra-estrutura urbana, além da participação da sociedade em áreas de risco são relevantes. O objetivo deste trabalho é realizar a discussão sobre valoração ambiental aplicada à qualidade das lagoas de captação de águas na Zona Norte de Natal; bem como, analisar como os fatores de gerenciamento das casas de bomba e educação ambiental interferiram no transbordamento destas lagoas, durante o ano de 2008. A metodologia utilizada foi o cadastro, in loco, das 22 lagoas de captação de águas pluviais, naturais e de tratamento de esgoto, utilizando-se como fonte de dados o mapeamento das lagoas realizado pelo Núcleo de Geoprocessamento, vinculado ao SVA, dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, registro fotográfico e realização de entrevista com moradores do entorno destas lagoas. Concluiu-se assim que a causa dos transbordamentos que ocorreram em Natal não estão ligados apenas aos altos índices pluviométricos, mas, sobretudo, relacionados a problemas quanto ao gerenciamento das casas de bomba das lagoas e a carência de educação ambiental da população residente no entorno. Resultando na poluição do ambiente, depredação de patrimônio público e, sobretudo, oferecendo risco à saúde das comunidades locais vulneráveis.
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Exercício Simulado de Evacuação de Hospital
Everton de Souza Dias, Jane Goetz Miranda
Na data de 07 Out 08 no transcorrer da IV Semana Nacional de Redução de Desastres, foi realizado no Hospital de Caridade de Ijuí, no município de Ijuí-RS, um exercício simulado de evacuação, promovido pela COMDEC/Ijuí e pelo Corpo de Bombeiros. Este evento teve como objetivos: (a) divulgar as atividades realizadas pela Defesa Civil; (b) simular a evacuação de pacientes, acompanhantes e colaboradores do HCI, em caso de sinistro; (c) avaliar a capacitação dos recursos humanos que compõem a COMDEC de Ijuí; (d) avaliar o tempo resposta do atendimento; (e) avaliar os recursos materiais disponíveis para o enfrentamento para uma situação adversa; (f) verificar as condições dos demais hospitais de Ijuí quanto a disponibilidade de leitos para absorverem as vítimas removidas; e; (g) construir uma consciência prevencionista junto a comunidade. Também participaram do exercício o Batalhão de Polícia Militar, Coordenadoria Municipal de Trânsito, PRF, Secretaria Municipal de Saúde, hospitais, UNIMED e UNIJUI (Universidade), envolvendo cerca de 100 pessoas diretamente e 1500 indiretamente. Foram desenvolvidas as seguintes atividades: isolamento do local; combate ao fogo; salvamento de pacientes; salvamento de vítimas; evacuação dos pacientes e demais vítimas, e; transporte e acomodação de pacientes em outros hospitais. Logo após o evento, foi realizada uma reunião de avaliação e confeccionado um relatório, o qual foi apresentado em um Seminário no período da tarde. Destacou-se nessa avaliação, como aspecto positivo, a ?oportunidade efetiva de testes e aprimoramento da dinâmica do atendimento?. Já como situações a serem aprimoradas, enfatizou-se deficiências na ?articulação do trânsito, e na comunicação e transmissão de informações e orientações?. Por derradeiro concluiu-se que ?como instituição, todas atuaram de forma eficiente e eficaz, entretanto, enquanto SISTEMA houve insuficiência na interação e integração das organizações participantes, implicando na efetividade da operação?.
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Experiência do Projeto Tapajós - Como aprender a pensar e agir em ações de auxílios , pós -desastres e prevenção de novos desastres.
Daniela Barreto Veloso, Mauro Di Domenico, Ageu Henrique Lisboa e Esther Camilo
A experiência com o Projeto Tapajós, em Santarém no Pará ,nos mostrou a importância da integração e articulação da defesa civil com as organizações humanitárias. Apontou também a necessidade de não se limitar somente as ações imediatas e paleativas, mas pensar em um plano local pós desastre e de evitar futuros desastres junto com a população local. Dentre essas ações a médio prazo para minimizar futuros desastres foi a preparação da rede local através de formação de socorristas, a formulação e implantação de estratégias logísticas e de infra estrutura sugeridas pela população e a articulação com as igrejas locais como aliadas neste trabalho.
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Framework para Planejamento em Defesa Civil
Roberto Jorge Lucente, Alexandre Diniz Pereira
Propor uma representação gráfica que, estruturadamente, possa sintetizar as propostas de planejamento e auxiliar nestas questões, bem como na coordenação das ocorrências, servindo, acima de tudo, como modelo para qualquer ameaça que venha a ser objeto de estudo e de atendimento. Visa, também, uma abordagem didática, a fim de melhorar o desempenho dos cursos e das instruções. O modelo gráfico apresentado não pretende substituir os manuais de planejamento recomendados pela Defesa Civil Nacional. Pretende-se estabelecer uma ferramenta de forma a orientar planejamentos mais eficientes e operações mais eficazes, dotando os sistemas, seja nacional, estaduais ou municipais, de melhor coordenação e controle de todas as ações. No campo do ensino, espera-se contribuir para instruções objetivas e práticas, visando melhor desempenho das equipes que planejarão e atenderão aos eventos.
Outra melhoria que se apresenta é a possibilidade, a partir deste modelo, de confecção de responsabilidades, tendo em vista a maior clareza pelo estabelecimento dos ciclos.
Como problemas em aberto, propõe-se o estudo do art. 144 da Constituição Federal que deixa dúvida quanto à esfera de atuação do Corpo de Bombeiros, pois estabelece sua competência como atividades de defesa civil e a possibilidade de uso por parte de outras instituições com vistas à adoção de um sistema de coordenação único semelhante ao adotado em outros países. -
Fundação Eletronuclear de Assistência Médica: Preparo e Resposta Médica em Acidentes envolvendo radiações ionizantes
teresa c s b leite, alexandre mesquita maurmo
A Fundação Eletronuclear Assistência Médica é a instituição responsável pelas ações de saúde do trabalhador, atendimento pré-hospitalar e hospitalar em caso de acidentes,envolvendo ou não radiações ionizantes, na área da Central Nuclear Almirante Álvaro Alberto em Angra dos Reis. Três unidades estão envolvidas nessa resposta: Ambulatório Médico de Itaorna (AMIR), Centro de Medicina das Radiações Ionizantes (CMRI) e Hospital Praia Brava (HPB), hospital local de referência, responsável pela resposta em caso de acidente com lesões combinadas. Esta instituição também é responsável pela guarda e distribuição de um grupo especial de medicamentos que são necessários para tratar os pacientes, vítimas desses acidentes (Radiogardase, DTPA, KI, etc), sendo a única instituição no Brasil que possui estoques desses medicamentos. Devido a essas responsabilidades, existem procedimentos escritos, programas de formação e exercícios simulados para os profissionais da durante todo ano. Enfermeiros, técnicos de enfermagem, farmacêuticos ? bioquímicos, técnicos em radiologia e médicos em geral são treinados, tendo a instituição mais de 150 profissionais preparados para a resposta 24 horas por dia. O Centro de Medicina das Radiações Ionizantes é utilizado, não só para o atendimento as vítimas dos acidentes de baixo e médio risco, mas também como centro de formação permanente para profissionais de saúde da instituição e também para profissionais de fora da instituição. Os cursos de formação têm em sua grade os seguintes temas: ITLS (Intensivo de Trauma Life Support), Colocação e Retirada de Vestimentas, Preparação de Ambientes e Veículos, Proteção Radiológica, Atendimento Médico aos Acidentes envolvendo radiações ionizantes, Procedimentos relacionados aos Serviços de Apoio Diagnóstico-Terapêutico. A experiência adquirida teve início com profissionais da instituição que deram apoio as vítimas do Acidente de Goiânia.
Contato:Centro de Treinamento Professor Nelson Valverde
Rua 8 s / n, Praia Brava-Angra dos Reis
Rio de Janeiro - Brasil
Telefone - 5524 3362-1272 / 3362-1211
E-mail - tleite@feam-etn.org.br -
Grupo de Trabalho sobre Assistência Humanitária Municipal
Sidnei Furtado Fernandes, Valdira de Santis Mota
Considerando a importância de se aprimorar a coordenação entre os órgãos da Administração Municipal responsáveis pela assistência humanitária, conforme a Carta Humanitária e Normas Mínimas de Resposta Humanitária em Situação de Desastre;
Objetivos
O Grupo de Trabalho sobre Assistência Humanitária Municipal, com os seguintes objetivos:
- coordenar os esforços da população campineira de ajuda humanitária e
- formular propostas de projetos que visem melhorar a capacidade de respostas as ações humanitárias empreendidas no município de Campinas.
Composição do Grupo de Trabalho:
O Grupo de Trabalho é composto por um representante, titular e suplente, de cada órgão a seguir indicado:
Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência e Inclusão Social (SMCAIS), que o coordenará;
Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública (SMCASP);
Secretaria Municipal de Saúde (SMS);
Centrais de Abastecimento de Campinas (Ceasa);
Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S.A (Sanasa);
- Departamento de Defesa Civil de Campinas;
Os membros do Grupo de Trabalho são indicados pelos titulares dos órgãos representados.
Sistema Municipal de Defesa Civil de Campinas
O Sistema Municipal de Defesa Civil (SIMDEC) da o suporte necessário na articulação de esforços com os demais órgãos do Governo Municipal e com organismos especializados em Assistência Humanitária, visando a assegurar celeridade na realização das ações humanitárias e utilizando a Rede de Alerta de Desastres criada pelo Decreto Municipal 16.706.
Atividades discutidas pelo Grupo de Trabalho
Normas Mínimas em Matéria de Abastecimento de Água e Saneamento
Normas Mínimas em Matéria de Nutrição
Normas Mínimas em Matéria de Ajuda Alimentar
Normas Mínimas em Matéria de Abrigo e Planejamento dos Locais de Alojamento
Normas Mínimas em Matéria de Cuidados Médicos
Alimentação de Lactantes e Crianças Pequenas em Situações de Emergência
Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários-SUMA -
GT SOCIAL- Estruturação de um grupo voltado para ações preventivas e de resposta às emergências para as comunidades
Vânia Cristina Fernandes da Silva Rabelo Pessoa, Ana Luiza Pereira de Oliveira e Erika Ziedler Lammel
A experiência a ser apresentada neste Seminário é fruto do trabalho realizado por técnicos da área social da Petrobras, das Regiões de São Paulo e do Sul, para a formação de um grupo de trabalho voltado para a implantação de uma rede de respostas para o atendimento de vítimas, seus familiares e comunidades situações de emergências emergências locais e regionais.
Tal experiência teve início no ano de 2002, a partir de grandes acidentes na Companhia, que atingiram a comunidade. Houve um grande envolvimento do serviço social nestes momentos, o que fez com que a equipe atentasse para a necessidade de definição de uma estrutura de resposta a emergências.
Com a convocação realizada pela área corporativa de Segurança, Saúde e Meio Ambiente (SMS) para criação do Grupo de Trabalho, foi elaborado um plano de trabalho, apresentado ao GCPR (Grupo de Coordenação do Plano Regional)e CD (Comitê Diretivo), sendo aprovada a sua implantação.
Após a estruturação do GT da região Sul, o GCPR de SP e Centro Oeste solicita à área corporativa de SMS que estruture trabalho semelhante na região e os dois grupos passam a compartilhar treinamentos e conhecimentos nesta área. Desde a sua criação, o grupo social foi responsável pelo fomento e articulação de iniciativas de relacionamento com a comunidade, incluindo ações preventivas para situações de resposta a emergências e tem atuado na disseminação de treinamentos teóricos e práticos e na manutenção da rede de respostas, de forma ativa e preparada para atendimento a comunidades em situação de emergência. -
Implantação das Moradias Provisórias em Blumenau
Alessandra Fandaruff Bonelli, Maria Augusta Koch
Blumenau vivenciou em 2008 um desastre em decorrência dos eventos naturais ocorridos no mês de novembro, totalmente diferente das enchentes que já perpassaram pela história do município. O excesso de chuvas, desencadeou deslizamentos em 90% do território da cidade, um terço da população ficou sem luz elétrica, o fornecimento de água tratada foi interrompido, os principais acessos à cidade ficaram bloqueados, a enchente e as quedas de barreiras resultaram em mais de 25 mil pessoas desalojadas e desabrigadas. Para acolher as famílias foi organizado em uma ação emergencial 63 abrigos, chegando a atender 5.400 pessoas dentre 1.300 famílias. Um outro contingente de famílias foi alojada em abrigos informais e/ou residências de amigos e familiares. Esse quadro expressava a realidade dos blumenauenses a partir da madrugada de 23 de novembro, onde profissional nenhum havia vivenciado tal experiência, o plano de enchente planejado e elaborado dava conta de outra realidade, visando o atendimento apenas de enchentes. Sendo assim, quando nos questionamos como conseguimos atender as famílias, lembramos que muito mais que experiência, o comprometimento profissional e a capacidade de uma equipe com os mesmos objetivos pode superar o inesperado. Juntamente com a Defesa Civil e demais secretarias, órgãos, autarquias e sociedade civil passamos pelos períodos mais críticos do desastre e nos deparamos com uma demanda de aproximadamente 540 famílias que no final do mês de janeiro continuavam nos abrigos, muitas tiveram perda total do imóvel, outras estavam com suas residências interditadas. Para tanto, implantamos no município as Moradias Provisórias, que atualmente atendem 1125 pessoas, são galpões e prédios adaptados onde cada família tem seu espaço individual, com quartos e sala de convivência, dividindo coletivamente refeitório, banheiros, lavação e espaço de lazer. O programa que é coordenado pela SEMASCRI - Secretaria Municipal de Assistência Social da, Criança e do Adolescente tem como principal objetivo proporcionar um espaço com qualidade de vida para as famílias inseridas nas moradias provisórias.
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Jogos de Desastres
Valdira de Santis Mota, Sidnei Furtado Fernandes
Organizado pelo Setor de Cursos do Departamento de Defesa Civil de Campinas, dirigida aos integrantes do Sistema Municipal de Defesa Civil, tendo como principais objetivos:
1. Utilizar o exercício Simulado como ferramenta de apoio educacional ao Sistema Municipal de Defesa Civil;
2. Aperfeiçoar as atividades do grupo de trabalho de Assistência Humanitária do município de Campinas.
PROGRAMAÇÃO
Realizado em duas etapas: Preparação e Execução
REGRAS
Serão flexíveis, podendo o Administrador do jogo, com o apoio do Grupo de Controle, efetuar as alterações que se fizerem necessárias.
ADMINISTRADOR DO JOGO
Será o responsável pela coordenação geral do jogo.
GRUPO DE CONTROLE
Serão 03 pessoas designadas pelo Administrador do Jogo, com conhecimento sobre todo o desenvolvimento do Simulado.
CONTROLADOR DE DADOS
Será 01 pessoa responsável pela digitação de todos os dados, respondendo ao Grupo de Controle.
CONTROLADOR DE IMAGENS
Será 01 pessoa responsável pela operação das imagens de câmeras, responsáveis pela geração de ocorrências.
PARTICIPANTES
Serão denominados jogadores, sendo divididos em duas equipes. Cada equipe será composta por, no máximo, 10 jogadores de nível operacional, designados de forma paritária. Os jogadores estarão representando as seguintes áreas: Transito, Segurança, Saúde, Obras, Serviço Social, Serviço de Abastecimento de Água, Corpo de Bombeiros e Gabinete do Prefeito.
CRITÉRIOS QUE SERÃO AVALIADOS PARA O ENCERRAMENTO DOS JOGOS DE DESASTRES
1. Atendimento a todas as ocorrências, utilizando-se dos recursos especificados no Mapa de Recursos Humanos e Materiais;
2. Apresentação de todos os relatórios requeridos pelo jogo;
3. Reconhecimento do próprio potencial e das dificuldades individuais;
4. Potencial criativo e descoberta de possibilidades não consideradas anteriormente;
5. Atuação baseada no cumprimento da missão estabelecida no Plano de Contingência do SIMDEC;
6. Liderança na tomada de decisão sobre pressão;
7. Rever, com os jogadores, erros e acertos;
8. Ênfase nos resultados. -
Modelo de gestão de saúde em acidentes químicos ampliados
João Carlos do Amaral Lozovey, Maria de Nazareth Solino, Ana Claudia Lopes de Moares, Gabriel Antonio Rebello
Os autores participaram de ações de saúde e gestão em acidentes da indústria do petróleo e propoem modelo de contingência para atenção a trabalhadores e comunidades potencialmente afetadas
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Modelo de treinamento institucional para atendimento de múltiplas vítimas
Edmar Villar de Queiroz Neto, João C Lozovey, Adriana S Dutra, Maria de Nazareth Solino, Gabriel A Rebello, Maria H L Peixoto
Os autores relatam a experiência institucional de indústria do petróleo na preparação para contingência e de treinamento de equipes de saúde e de socorristas para atendimento de acidentes com múltiplas vítimas
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O Idoso e os Desastres Naturais
DORACI BUENO FERNANDES, SIDNEI FURTADO FERNANDES
Monografia apresentada para conclusão do Curso de Especialização em Geriatria da Faculdade de Ciências Médicas -FCM
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O Mapeamento dos Riscos dos Municípios das Regiões Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro como Instrumento Essencial à Redução de Desastres.
Douglas Paulich Junior, Moacir Pires Santana Filho
No ano de 2007, a Coordenadoria Regional de Defesa Civil das Áreas Norte e Noroeste do Estado do Rio de Janeiro - REDEC IV - desenvolveu um trabalho de mapeamento de riscos que visava identificar e mapear as dez principais ameaças existentes em cada um dos dezoito municípios que integram sua área operacional,todas as vulnerabilidades concernentes a cada uma dessas ameaças, classificando os dez maiores Riscos de Desastres, elencados em ordem decrescente; apontando as pricipais medidas mitigadoras a serem empregadas pelos Órgãos Municipais de Defesa Civil, com o apoio da Defesa Civil Estadual e dos Órgãos voluntários integrantes do SINDEC, do SIEDEC e dos SIMDECs.Os resultados foram excelentes e determinantes para o enfrentamento eficaz às quatro Enchentes, às Enxurradas, aos Alagamentos e aos Escorregamentos que assolaram severamente essas duas Regiões do Estado, no período compreendido entre 16 de Dezembro de 2008 e 12 de Janeiro de 2009, quando 15 Municípios Declararam Situação de Emergência, sendo que o Município de Cardoso Moreira Declarou Estado de Calamidade Pública.Na época desse importante trabalho, eu era o Coordenador Executivo de Defesa Civil da REDEC IV e o Sr. Coronel BM Moacir Pires Santana Filho era o Coordenador da REDEC IV.
Douglas Paulich Junior -Tenente Coronel BM/RJ. -
O Papel da logística na Defesa Civil
João Carlos Costa, João Carlos Costa
O papel da logística dentro do contexto da Defesa Civil é extremamente importante, pois ela dá o suporte necessário para que recursos humanos, técnicos e materiais se desloquem até as áreas de risco para a realização de ações preventivas e contingenciais, buscando a preservação de vidas nessas áreas. Na Defesa Civil do Recife tivemos duas situações que mostram bem a importância da Logística como suporte às suas atividades: no processo de armazenagem e suprimento tivemos a intensificação da chuva e a greve dos servidores que demandou que estoques de amortecimento (nas regionais Sul e Oeste) fossem criados para tornar o abastecimento mais rápido e ágil; e na área de transporte tivemos o fim do contrato de prestação de serviço que demandou a troca de veículos e motoristas. Nessas duas situações houve o risco de que as atividades fossem interrompidas temporariamente, pois com a greve a intenção dos grevistas era tentar interromper o suprimento de materiais, pois sem materiais não haveria colocação de lonas. Já com o fim do contrato, o risco foi ficar sem a fornecedora de veículos e sem os veículos não haveria como deslocar materiais e as equipes da defesa civil até as áreas de risco. Desta forma, o objetivo de mostrar estas duas situações é deixar clara a importância da Logística como suporte essencial para que as atividades da Defesa Civil possam ser realizadas, nas ações preventivas e nas ações contingências em situações de emergência buscando sempre minimizar as perdas de vidas nas áreas de morro e nas áreas plana.
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Os recursos humanos na Catástrofe de Blumenau em 2008
Andrea Heidemann, Cristiane dos Santos
Introdução: A catástrofe vivenciada por Blumenau em novembro/2008 foi diferente de tudo que o município havia enfrentado de desastres naturais. Exigiu mais do que nossos planos contemplavam em termos de recursos humanos. Necessitou de uma ampliação considerável de servidores e voluntários. Não havia planejamento para capacitação e inclusão de pessoal nas ações especificas geradas pela catástrofe. Mesmo porque servidores no plano municipal tiveram suas casas atingidas. Objetivo: este trabalho pretende relatar a experiência de Blumenau na condução da chamada, seleção e capacitação de recursos humanos para a atuação em abrigos. Metodologia: No primeiro momento foram convocados os profissionais da Secretaria municipal de Assistência Social da criança e do Adolescente (SEMASCRI) e formaram-se equipes para os abrigos instalados, acionados voluntários e o chamamento para a contratação temporária de Educadores e Assistentes Sociais. Os voluntários e novos profissionais passaram por capacitação de 8h que abordou temas como Política de Assistência Social, Abrigo, relações interpessoais, mediação de conflitos, com o objetivo de facilitar a execução das atividades desenvolvidas. Estes encontros se repetiram mensalmente até o final do período de calamidade. Os profissionais tinham a disposição supervisão técnica in loco, na sede da SEMASCRI e através de celulares disponibilizados pela instituição. As principais demandas encontradas foram: mediação de conflitos, recreação para as crianças, reuniões sócio-educativas para a organização do espaço e discussão de assuntos de interesse do coletivo, atendimentos individuais/familiares pelo assistente social e psicólogos. As novas tomadas de decições e ou mudanças de metodologia, e informes a serem repassados aos abrigados eram realizados através de circulares entregues assistentes sociais. Resultados: Durante todo o processo algumas dificuldades foram encontradas, porém a estrutura montada e os momentos de supervisão e formação foram de importância para a qualificação das ações desenvolvidas.
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Práticas do Grupo Coordenado de Estudos, Pesquisas e Desenvolvimento em Gestão de Riscos para Emergência e Desastres da Universidade do Estado de Santa Catarina ? GCEPED-GR/UDESC
Luiz Henrique Fragoas Pimenta, Maria Paula Casagrande Marimon, Aderbal Vicente Lapolli
Com a criação do Grupo Coordenado de Estudos, Pesquisas e Desenvolvimento em Gestão de Riscos para Emergência e Desastres da Universidade do Estado de Santa Catarina ? GCEPED-GR/UDESC, a instituição vem construindo junto com diversos órgãos governamentais uma série de ações destinadas a avaliação e identificação das causas, efeitos e adoção de medidas preventivas às catástrofes naturais do Estado.
Estas ações estão sendo elaboradas em parceria com a defesa civil estadual e com o GTC - GRUPO TÉCNICO CIENTÍFICO. O GTC é um grupo constituído por uma equipe multi-institucional e multidisciplinar vinculada ao SUBGRUPO DE REAÇÃO/PREVENÇÃO, instituído pelo Decreto N° 1940 de 03 de dezembro de 2008.
Como forma de atuação do GCEPED-GR/UDESC, por meio do Departamento de Geografia realizou neste ultimo semestre práticas com objetivo de gerar suporte a tomadas de decisões frente as catástrofes naturais do Estado. Abaixo são apresentadas algumas ações realizadas pelo grupo:
1. Subsídios socioambientais ao planejamento urbano e rural do município de Rio do Sul;
2. Monitoramento de deslizamento na Costa de Cima, município de Florianópolis;
3. Vistoria técnica em áreas de risco do município de Biguaçu
4. Estudo das inundações e enchentes no Vale do Rio Itajaí;
5. Caracterização de movimento de massa no município de Rio do Sul.
Cabe ressaltar que para a realização das atividades foram envolvidos diversos professores das áreas de geologia, geografia e engenharia cartográfica, além de várias instituições como as defesas civis municipais, prefeituras, diretoria estadual de recursos hídricos, GTC e os laboratórios de planejamento territorial, de geoprocessamento e de geologia e mineralogia da UDESC. -
PROGRAMA DE COMUNICAÇÃO DE RISCOS
GERALDO ALVES RODRIGUES, GILBERTO JOSÉ PEREIRA MITCHELL
Desde 2001 a Refinaria Gabriel Passos desenvolve um programa de relacionamento de SMS (Segurança, Meio Ambiente e Saúde) junto às comunidades do entorno às suas instalações (bairros Petrolina, Cascata, Petrovale e Imbiruçu) além de outras partes interessadas, com ênfase no Poder Público municipal e estadual.
O Programa se baseia na formação de Redes de Emergência, objetivando:
a) manter as comunidades do entorno informadas sobre os riscos industriais e aptas a atuar numa situação de emergência;
b) engajar o poder público na prevenção e mitigação de conseqüências dos acidentes industriais ampliados.
A Rede de Emergência Local é constituída por moradores das áreas vulneráveis, rede pública de ensino e postos de saúde. Os moradores são engajados em função da reputação junto aos vizinhos e treinados como ?Monitores de Rua?, que orientarão a população em caso de emergências. As escolas da região são engajadas através de um processo pedagógico continuado que visa internalizar as questões de segurança, meio ambiente e saúde no currículo escolar. Os Postos de Saúde são engajados através de reuniões para troca de informações sobre as tipologias de atendimento médico, envolvimento dos agentes de saúde e treinamento para atuação em emergências.
A participação do Poder Público no Programa ocorre através da Defesa Civil Municipal com a transformação das áreas vulneráveis, sujeitas a evasão, em Núcleos Comunitários da Defesa Civil (NUDEC´s). Neste contexto, desenvolve-se um trabalho conjunto para possibilitar a formação de Voluntários, em contrapartida, há a incorporação dos Monitores de Rua, em voluntários do NUDEC. No que concerne ao planejamento urbano, a partir do trabalho, a Secretaria de Planejamento da Prefeitura de Betim passou a dispensar especial atenção à questão do entorno do pólo industrial, considerando os cenários de risco das indústrias na revisão do Plano Diretor do Município. -
Projeto Aquarela: colorindo o Morro do Baú, uma possibilidade de Prevenção e Recuperação
Daniela Jaquelini Schmit, Fernanda W. da Silva, Rosi Voltolini, Maria Thereza Pozzobon, Mara S Pétris, Lilian M. Oliveira
O aumento na freqüência e intensidade de eventos naturais que muitas vezes são responsáveis por catástrofes ocorridas mundialmente nos remete refletir sobre a relação homem x natureza. Uma situação de desastre desestabiliza o cotidiano e provoca a novas respostas a uma dada situação, pois desestabiliza tanto as condições objetivas, como local físico e estrutural de uma moradia ou até mesmo uma comunidade, quanto o sistema de representações simbólicas que temos da realidade e o sistema de respostas para lidar com o meio do qual estamos habituados. Neste sentido, o público infanto juvenil torna-se mais vulnerável a uma condição de desastre, pois o adulto exerce no contexto infantil, além da segurança e sustentabilidade, também uma função mediadora do sistema simbólico que dará a criança condições de respostas perante situações de risco. No desastre este sistema de respostas fica desestabilizado, o que pode ser a diferença entre a vida e a morte. Isso significa que precisamos inserir na sociedade uma cultura de prevenção na qual se deva assinalar estratégias que permitam atenuar ou evitar maiores riscos. Para tanto, as ações de prevenção para emergências e desastres caminham junto com as ações de preparação, que serão refletidas no momento da ocorrência e após o desastre. Num conjunto integrado de ações do Serviço Social, Educação e Psicologia surge uma proposta de intervenção a partir do Projeto Aquarela: colorindo o Morro do Baú, para fortalecer a comunidade e possibilitar a formação de agentes participativos no processo para lidar de maneira mais adequada com o risco de desmoronamentos, deslizamentos e enchentes. Para tanto utilizamos uma metodologia participativa que, por meio da intervenção com projetos propõe à transformação da comunidade num espaço aberto a construção de aprendizagens significativas que venham ao encontro das necessidades do seu público alvo, promovendo a minimização dos impactos de desastres.
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Projeto Bombeiros com a Escola - PROBESC
Everton de Souza Dias, Sérgio Alves Pimentel
O Projeto Bombeiros com a Escola - PROBESC foi implementado na cidade de Ijuí-RS, nos anos de 2006 e 2007, envolvendo mais de 2000 alunos. No início de 2008 foi cancelado por falta de RH e materiais, mas há previsão de retomado em março de 2010, transformando-o em um programa. A sociedade contemporânea apresenta uma cultura reativa e imediatista, e este projeto tem como objetivo principal construir uma cultura prevencionista ainda na infância, no intuito de reduzir acidentes e/ou desastres e, em caso de seu acontecimento, a diminuição de seus agravos. Aborda princípios de cidadania e de solidariedade, visando formar um cidadão consciente e responsável, transmitindo valores de proteção, de preservação e de respeito à vida. As temáticas Defesa Civil (04 horas/aula); Suporte Básico de Vida (16 horas/aula); Prevenção de Desastres (12 horas/aula); e Busca e Resgate (08 horas/aula) são desenvolvidos por meio de ações didático-pedagógicas aos alunos da 4ª série do ensino fundamental da rede pública. Essas atividades teóricas, práticas, técnicas e lúdicas ocorrem em datas e horários previamente agendados entre escolas e Bombeiros, em turnos normais de aula; e, com o intuito de construir um novo paradigma, o encontro se dá no transcorrer de todo o ano letivo, a cada duas semanas, com previsão de uma reciclagem nas séries posteriores. A educação representa um grande agente de mudança, e as temáticas ministradas fazem parte de um currículo inter-transdisciplinar, conectado com o cotidiano dos alunos. Esta interação social e a ótima aceitação da proposta por parte dos alunos, professores e pais pode ser concebida como uma importante ferramenta estratégica de comunicação, facilitando os processos interativos e as mediações do Corpo de Bombeiros com a sociedade, reafirmando sua responsabilidade social, fomentando seu posicionamento e sua imagem institucional, culminando em sua essência, na construção social de uma cultura preventiva e pró-ativa.
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Projeto Comunidade
Valdira de Santis Mota, Sidnei Furtado Fernandes
Finalidade
Promover a ampla participação da comunidade nas ações de Defesa Civil, especialmente nas atividades de planejamento e ações de respostas a desastres e reconstrução .
Objetivos
Promover a mobilização comunitária e a implantação de Núcleos de Defesa Civil , ou entidades correspondentes , especialmente em escolas de nível fundamental e médio e áreas de riscos intensificados .
Ser o elo de ligação das demandas locais com os demais órgãos da Prefeitura de Campinas
Formar Grupos Comunitários
Um Sistema Municipal de Defesa Civil deve aproveitar o máximo da estrutura governamental em apoio às variadas atividades administrativas e operacionais, em cooperação com entidades privadas e representações da comunidade em geral, articuladas de forma racional dentro de um planejamento pré estabelecido e coordenado de modo eficiente e eficaz, sempre dentro do objetivo da Administração da Solidariedade Humana.
Objetivos a serem alcançados pelos Grupos Comunitários
1) - Grupo para levantamento de Riscos e de Alerta
Responder a questão: -
Projeto Gerenciamento de Abrigos Temporários
Sidnei Furtado Fernandes, Valdira de Santis Mota e Álvaro Sílvio Feijó de Souza
A cidade de Campinas possui 12 locais para alojar desabrigados em 5 regiões do município.
Pela legislação que institui o Sistema Municipal de Defesa Civil, cabe ao Departamento de Defesa Civil, articular a distribuição e o controle dos suprimentos necessários ao abastecimento em situações de desastres bem como as Secretarias Municipais detentoras de próprios municipais localizados nas proximidades dos desastres e que sejam adequados à instalação de abrigos provisórios, após análise do Departamento de Defesa Civil, colocarão os mesmos à disposição da Secretaria Municipal de Cidadania, Trabalho, Assistência e Inclusão Social para serem utilizados por pessoas desabrigadas, atingidas por eventos calamitosos;
Os próprios municipais cedidos para Abrigos , continuarão sob administração direta da respectiva Secretaria Municipal cedente, sendo esta a responsável pela manutenção da ordem e respeito nos abrigos provisórios, podendo para tanto, solicitar apoio da Secretaria de Cooperação nos Assuntos de Segurança Pública.
AUXILIO MORADIA
O município Utiliza o Programa -
Projeto Sorria Bairro-Escola: a Defesa Civil de Nova Iguaçu na redução da cárie de estabelecimento precoce
Paulo Renato Martins Vaz, Fernanda Figueira Rodrigues Vieira; Roberto da Gama Silveira; José Massao Miasato
A cárie é a doença que mais afeta os humanos em todo o planeta. Há
vários relatos sobre o acometimento de crianças com menos de 72 meses de
idade pela cárie de estabelecimento precoce (CEP). O objetivo desta pesquisa
é apresentar uma ação em saúde bucal coletiva realizada pela Coordenadoria
Municipal de Defesa Civil da Prefeitura de Nova Iguaçu/RJ, com os 609
pré-escolares, de 2 a 5 anos de idade, das 14 creches públicas municipais,
assistidos pelo projeto Sorria Bairro-Escola, iniciado em julho de 2007.
Seis acadêmicos de Odontologia foram calibrados pelo coordenador municipal
de Defesa Civil, mestre em Odontopediatria e especialista em Saúde Coletiva.
A doutrina da prevenção foi trabalhada com os pais, professores e
pré-escolares. Houve aplicação tópica de flúor nas crianças, atividades
lúdicas com jogos e confecção de porta-escovas com garrafas pet, e
distribuição de kits de higiene oral contendo escova infantil, pasta e fio
dental. Quando a prevenção não foi suficiente, utilizou-se o Tratamento
Restaurador Atraumático (TRA), de máxima prevenção e mínima invasão. As
crianças foram atendidas nas carteiras das creches. As restaurações foram
realizadas utilizando-se Cimento Ionômero de Vidro. O programa EPI-Info
6.04d e o teste estatístico Qui-quadrado (p<0,05) foram empregados para
tabular os dados e analisar os resultados. A prevalência de CEP foi 37,4%
(229) e ceo-d 1,5 (±2,6). Após 1 ano do início das atividades promotoras de
saúde verificou-se que o componente ?c? regrediu de 90,4% para 2,1%, o
componente ?e? diminuiu de 8,2% para 7,6%, e o componente ?o? avançou de
1,4% para 90,3%. Conclui-se que a prevalência de CEP era alta, progredia em
níveis alarmantes durante a educação pré-escolar e que o projeto
possibilitou uma prática odontológica indolor, segura e eficiente. Ações de
saúde coletiva devem ser encaradas como ações de Defesa Civil prioritárias
para a promoção e assistência humanitária. -
Rede de Alerta de Desastres de Campinas
Alvaro Silvio Feijo de Souza, Sidnei Furtado Fernandes
Considerando que a rapidez na comunicação entre órgãos e entidades é primordial para eficácia das ações de emergência.
A Rede de Alerta de Desastres caracteriza-se como um instrumento de operacionalização e apoio ao Sistema Municipal de Defesa Civil, de que trata o Decreto nº 15.305, de 03 de novembro de 2005.
Finalidade
Integrar esforços dos órgãos públicos e da comunidade para fazer frente às adversidades dos desastres causados pela natureza ou por ação do homem, que coloquem em risco a integridade das pessoas.
Coordenação da Rede de Alerta e Desastres
Será exercida pelo Departamento de Defesa Civil.
Mobilização do SIMDEC
Deverá ser mobilizada sempre que qualquer órgão integrante do Sistema Municipal de Defesa Civil, ao avaliar a situação, julgar necessária a intervenção imediata dos diversos organismos de governo e o auxílio externo de recursos humanos e materiais, para prevenir ou minimizar situações de emergência ou estado de calamidade pública.
Ocorrências Prioritárias
- resultem em grande número de vítimas ou desabrigados, que mobilizem recursos externos ao SIMDEC;
- tenham importância estratégica na malha viária, de trânsito urbano ou rodoviário;
- tenham importância estratégica no abastecimento de água, combustível, telecomunicação e energia elétrica;
- mobilizem diversos órgãos governamentais em conjunto com a iniciativa privada;
- tenham comprometimento do meio ambiente;
- envolvam produtos perigosos, passíveis de vítimas e/ou evacuação da área;
- tenham importância no transporte ferroviário e seus terminais, aeroportos, terminais portuários, oleodutos, gasodutos, e áreas industriais;
- resultem em incêndios florestais que fujam do controle das autoridades locais;
- provoquem enchentes ou inundações bruscas, com grande número de vítimas e desabrigados;
- causem desabamentos ou incêndios em edificações com grande número de vítimas; e
- constituam outras calamidades que justifiquem o esforço integrado dos órgãos públicos e da comunidade, para retornar à normalidade. -
SEMANA NACIONAL DE REDUÇÃO DE DESASTRES
fabio guizzardi, comdec nova petrópolis
A segunda semana do mês de outubro é dedicada às ações de Defesa Civil no país inteiro. Pela primeira vez, em 2008, a Coordenadoria Municipal de Defesa Civil de Nova Petrópolis participou deste importante evento com ações que contemplaram prevenção de desastres, preparação para o atendimento e gerenciamento de acidentes, dentre outros.
Sem recursos próprios, coube à COMDEC NP elaborar sem custos e com maior alcance possível uma estratégia de inclusão do município neste importante evento nacional.
Trata-se de uma experiência que gerou maior demanda para os assuntos de defesa civil, uma vez que despertou a consciência de percepção de risco de uma grande parcela da população. Sem dúvida, merece divulgação para gestores de defesa civil. -
Simulado Regional de Ajuda Humanitária
Sidnei Furtado Fernandes, Valdira de Santis Mota e Deuziane Izarlete Ribeiro
I Simulado Regional de Ajuda Humanitária - 2006
Aferir e aperfeiçoar o Sistema Municipal e Regional de Defesa Civil para a prestação de serviços com qualidade as pessoas afetadas por desastres, bem como promover o respeito pelos princípios humanitários fundamentais, através de atividades relacionadas com exercícios que devem estar em consonâncias com as tarefas adotas pela Convenção de Genebra. Foi distribuído nas seguintes áreas de atuação: Alarme e Evacuação, Organização de Abrigos para Emergência, Saúde e Primeiros Socorros, Salvamento e Combate a Incêndios, Serviços Sanitários, Abastecimento de Água e Descontaminação, Serviço de Geração de Energia Elétrica, Manutenção da Ordem Pública, Manutenção e Restabelecimento de Serviços Públicos, Serviço Funerário de Urgência, Sistema de Gerenciamento de Suprimentos Humanitários -
Sistema de Inteligência Competitiva nas atividades de Defesa Civi
Sidnei Furtado Fernandes, Deuziane Izarlete Ribeiro
Implantação do Sistema de Informações sobre Desastres;
Criada por Resolução do Secretário Municipal em 29 de março de 2006 tendo como base a metodologia de Inteligência Competitiva.
Objetivos do Sistema de Informações sobre Desastres de Campinas
Centralizar o conhecimento das ocorrências de maior prevalência no Município, além de possibilitar o aprofundamento dos estudos epidemiológicos, orientar o planejamento e facilitar a tomada das decisões na busca pela redução dos desastres melhorar as ações de Assistência Humanitária aos atingidos por eventos adversos;
Estabelecer atividades de gestão estratégica da informação como objetivo de permitir que os tomadores de decisão se antecipem sobre as tendências de ameaças, riscos e desastres;
Implantação de um programa sistemático de coleta, tratamento, análise e disseminação das informações sobre desastres, relacionando características intrínsecas dos desastres humanos, naturais e mistos, de acordo com o Código de Ameaças, Desastres e Riscos - CODAR;
Viabilizar o processamento inteligente de informações utilizadas pelo Sistema Municipal de Defesa Civil, para facilitar a tomada de decisões relativas às ações de respostas aos desastres e ações preventivas de Defesa Civil;
Garantir o Princípio da Oportunidade ? as ações deverão ser desenvolvidas e os resultados deverão ser apresentados em prazos apropriados à sua utilização;
O processo de execução do SINDESC é dividido em 4 fases: planejamento, monitoramento, análise e difusão, que são distribuídas entre os diversos setores do Departamento de Defesa Civil do Sistema Municipal de Defesa Civil de Campinas.
São coletados pelo SINDESC, assuntos relacionados ao Código de Ameaças, Desastres e Riscos ? CODAR, para tratamento, análise, e disseminação, conforme estabelecido pelo Conselho Nacional de Defesa Civil.
Fazem parte do Grupo Gestor do SINDESC representantes da Diretoria, do Setor de Recursos Cursos, da Coordenadoria de Gerenciamento de Desastres, da Coordenadoria de Operações, do Centro de Gerenciamento de Desastres e do Setor Administrativo. -
Voluntário uma missão de amor e dedicação ao próximo
Gildo Soares da Silva, Nelson Mateus Paris / Cesar Augusto de Melo da Silva
Exposição dos trabalhos realizados e desenvolvidos por voluntários na aréa de Defesa Civil, onde desempenham tarefas diversas. Trabalhos estes que o estado por mais preparado que esteja na maioria das vezes não consegue suprir as necessidades nos momentos de desastres . Descrição dos métodos adotados para que se obtenha um resultado satisfatório na atuação dos desastres e também na aréa de prevenção, diminuindo assim os riscos de acidentes narurais e tecnológicos do dia a dia.
Para isso a necessidade de oferecer o curso de FORMAÇÃO BÁSICA DE AGENTES VOLUNTÁRIOS DE DEFESA CIVIL , ( Defesa Civil de Guarulhos ) preparando-os para atuarem com eficiência no auxilio a estas atividades de Defesa Civil. E ao mesmo tempo estes cursos treinamentos oferecidos aos voluntários servem como uma retribuição, a estas pessoas que doam seu tempo e conhecimento no auxilio ao próximo , enriquecendo assim seus curriculuns aumentando suas chances no mercado de trabalho. Tornando assim o serviço voluntário uma via de mão dupla. -
Voluntários Organizados e Solidários
Miriam Ramoniga, Elis Busanello
De acordo com a Política Nacional de Defesa Civil, podemos atuar com ações preventivas, de socorro, assistenciais e reconstrutivas destinadas a evitar e minimizar os desastres, preservar o moral da população e restabelecer a normalidade social. Assim, apresenta-se o Instituto VOS ? Voluntários Organizados e Solidários, que é formado por pessoas que apóiam solidariamente e/ou atuam como voluntários em ações em benefício da coletividade. Somos uma entidade civil, sem fins lucrativos, filiação religiosa ou política. O VOS promove capacitação para que os voluntários estejam aptos a agir em situações de emergência. Assim com sitematização e disponibilidade do cadastro, on-line dos voluntários é possível demonstrar a força da sociedade civil organizada.
Resumos
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Acidentes Geológicos
IG-IPT
Resumo não disponível.
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Ações de Prevenção Para Salvamento Aquático Brasil-Portugal
Coronel Joel Prates (Coord. DC RS- SOBRASA) e Nuno Galhardo (Portugal)
Resumo não disponível.
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Ações Preventivas ao Rompimento de Barragens
Major Chiochetta (Coordenadoria de Defesa Civil RS)
Resumo não disponível.
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Administração de Abrigos Temporários: Recomendações Sob o Prisma Sociológico
Norma Felicidade Valencio, Victor Marchezini e Mariana Siena (UFSCar)
Trata-se de apresentar, desde o ponto de vista da Sociologia dos Desastres, recomendações de administração de abrigos temporários pertinentes para o contexto sócio-cultural e político-institucional brasileiro. Tais recomendações derivam de resultado de pesquisa científica que, ao longo de três anos, coletou in loco e analisou casos nas diversas regiões do país à luz das principais teorias sociológicas contemorâneas.
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Afetados Por Desastres
Marcos Ferreira (SEDEC)
Espaço de encontro das pessoas afetadas por desastres para discussão de temáticas variadas, referentes ao tema Defesa Civil, Prevenção e Assistência Humanitária. As Conferências Livres possibilitam a livre discussão do grupo e a construção de pautas para serem levadas à Conferência Nacional de Defesa Civil.
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APRS: Uma Modalidade Que Permite a Geo-Localização e Troca de Mensagens (apenas para radioamadores licenciados)
Raul Jungermann (Radioamador)
Automatic Position Report Sistem, ou seja traduzindo Sistema Automatico de reportagem de Posição(tradução não literal), que consiste em plotagem nos mapas das estações de radioamadores,asim como também os respectivos Digipeaters(repetidores digitais de transmissão de texto) conectadas no sistema, sejam fixas ou moveis em tempo real.Poderão ser vistas nos mapas de programas específicos para a modalidade (por exemplo ui-view ou winaprs). Isto pode ser operado tanto via rádio como via Internet, e também visto no mapa do GOOGLE entrando em www.aprs.fi e colocando o prefixo de radioamador. Esta modalidade só e´permitida para radioamadores devidamente licenciados , não sendo permitido para uso comercial.
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APRS: Uma Modalidade Que Permite a Geo-Localização e Troca de Mensagens (apenas para radioamadores licenciados).
Raul Jungermann (Radioamador)
Automatic Position Report Sistem, ou seja traduzindo Sistema Automatico de reportagem de Posição(tradução não literal), que consiste em plotagem nos mapas das estações de radioamadores,asim como também os respectivos Digipeaters(repetidores digitais de transmissão de texto) conectadas no sistema, sejam fixas ou moveis em tempo real.Poderão ser vistas nos mapas de programas específicos para a modalidade (por exemplo ui-view ou winaprs). Isto pode ser operado tanto via rádio como via Internet, e também visto no mapa do GOOGLE entrando em www.aprs.fi e colocando o prefixo de radioamador. Esta modalidade só e´permitida para radioamadores devidamente licenciados , não sendo permitido para uso comercial.
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Atuação da Cruz Vermelha nos Últimos Dois Anos e Perspectivas de Futuro
Cruz Vermelha Brasileira- Filial São Paulo
Resumo não disponível.
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Atuação dos Radioamadores nas Enchentes de Santa Catarina
Amauri Felsker (Radioamador)
Resumo não disponível.
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Cadastro Orgânico de Voluntários
Elis Rejane Busanello e Mauricio Mueller Zacarias (Instituto VOS)
Propomos uma ferramenta online para cadastrar voluntários e filtrar informações de competências, habilidades, experiências e disponibilidade de tempo para o trabalho voluntário. Os gestores são capacitados para incentivar o cadastramento e para utilizarem os recursos de filtros as demandas
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CAER - Curso de Atuação Emergencial para Radioamadores (Para Leigos)
Paulo César de Souza Santos(SEDEC) e Sargento Marcelo Coelho dos Santos(Radioamador do RN)
Resumo não disponível.
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CAER - Curso de Atuação Emergencial para Radioamadores (Para Radioamadores)
Paulo César de Souza Santos(SEDEC) e Sargento Marcelo Coelho dos Santos(Radioamador do RN)
Resumo não disponível.
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Comportamento Humano no Trabalho em Equipe
Carlos Alberto Franco e Marcio Mendes de Souza
Avaliação do perfil no profissional de atendimento a emergências, definição e comprometimento com o companheiro nas ações emergências
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Comunicação de Risco
Cilene Victor (Uninove) e Sarah Cartagena (CEPED)
Pretende-se debater e elencar pautas referentes às demandas de comunicação de risco e em situações de emergências de desastres para serem levadas à Conferência Nacional de Defesa Civil. Sabe-se que não há diretrizes e abordagens definidas quanto a este tipo de comunicação espeífica no Brasil e da necessidade de que este tema seja colocado em pauta pela Defesa Civil e demais entidades. Assim sendo, pretende-se, com este espaço de discussão, levantar aspectos importantes desta temática, produzindo relatório para encaminhamentos.
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Comunicação de Risco e de Desastres
Cilene Vitor da Silva (UNINOVE)
Resumo não disponível.
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Consegs e Defesa Civil
Miriam Ramoniga (Instituto VOS e Participante do CONSEG Balneário Camboriu/ SC)
Este Seminário Temático objetiva reunir os representantes das CONSEGs de várias localidades do Brasil para discutir sobre as atividades que podem realizar em Defesa Civil.
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Contribuição da Psicologia Para o Trabalho da Defesa Civil e Assistência Humanitária
Angela Coelho (UCDB)
Este minicurso irá apresentar uma perspectiva social e preventiva da prática psicológica no contexto dos desastres no âmbito do trabalho com a Defesa Civil e a Assistência Humanitária. Os desastres são eventos complexos e multidimensionais. Os sentidos que uma pessoa atribui ao evento determinam não só como a situação é vivenciada inicialmente, mas também interferirá nos processos de recuperação pós-desastre. Para alguns autores, devemos despojar os desastres de sua qualidade de naturais e considerá-los eventos eminentemente humanos e sociais. Manter a qualidade de naturais gera a sensação de que o mundo é desta forma e nada pode ser feito. Nessa perspectiva, a Psicologia tem papel fundamental nas quatro fases preconizadas pela Defesa Civil Brasileira: prevenção, preparação, resposta e reconstrução. A participação de psicólogos em contextos de emergências e desastres já é uma realidade em muitos países do mundo, e mais especificamente em países latino-americanos. Na construção da prática do psicólogo, precisa ser enfatizada a perspectiva de que a cultura da prevenção seja instalada como uma premissa para a atuação dos psicólogos e dos demais atores envolvidos nessa importante tarefa de construir comunidades mais seguras. A Psicologia na América Latina deveria trabalhar com elementos que fortalecessem a prevenção e a promoção da saúde, para identificar os fatores que contribuem para as capacidades e as vulnerabilidades de uma comunidade. Essa abordagem exporia as desigualdades sociais existentes, uma vez que nem sempre os desastres e/ou suas conseqüências são naturais. Com esse processo, espera-se que a Psicologia contribua para superar o isolamento de uma visão exclusivamente individualista dos desastres e compartilhe idéias voltadas à promoção da saúde, que são básicas para mudanças sociais significativas.
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Defesa Civil: Reorganização Jurídica Necessária
Sergio Reinaldo da Rocha (Mestrado Profissional em Defesa Civil da UFF)
Dispõe a Constituição Federal no seu art. 144, § 5º de forma superficial e descomprometida que: ...aos corpos de bombeiros, além das atribuições definidas em lei, INCUMBE A EXECUÇÃO DE ATIVIDADES DE DEFESA CIVIL. O legislador constituinte, certamente, voltado a questões políticas "mais relevantes" sugere que as ações de segurança e proteção social são secundárias e pouco relevantes na medida em que compete aos corpos de bombeiros estaduais após as atribuições que a lei lhes atribuiu, devem executar ações de defesa civil. Aqui esta a explicação da fragilidade do Sistema, as ações de defesa civil são secundárias na medida que aos homens do fogo depois de suas atribuições executem ações de defesa civil. Mais grave não existe LEI que discipline a matéria, mas apenas um Decreto que de forma simplista tenta orientar o Sisitema. É Preciso fortalecer e estruturar as Defesa Civis Municipais utilizando inclusive instrumentos econômicos. A Política Urbana é competência dos municípios, cf arts 182 e 183 da CF. A questão ambiental,e o desenvolvimento tecnológico exige uma participação ampla e qualificada da sociedade, que com todo respeito transcende a pretensa sugestão de que seja exclusividade de BOMBEIROS. a proposta é a de uma emenda consitucional alterando o art 144 e ou edição de lei que organiza e estimule os municípios como ator principal do Sisitema.
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Desigualdade Social e Assistência Humanitária
Marcus Vinicius Oliveira (UFBA)
Resumo não disponível.
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Documentação Técnica Componente do Projeto Básico
Alessandro Dias (DRR- SEDEC)
Resumo não disponível.
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Ferramentas de Avaliação de Riscos Estruturais e Geológicos
Roney Nascimento (Defesa Civil do Espírito Santo)
o objetivo é de dotar engenheiros e arquitetos das prefeituras municipais, bem como técnicos em defesa civil de noções básicas de avaliação de riscos, levando-se em consideração a baixa percepção de risco das comunidades, como também apresentar modelos de laudo e relatórios de vistoria, bem como check-list para verificação de instabilidade estrutural e movimentos de massa.
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Ferramentas de Gerenciamento de Defesa Civil: uma experiência de Itajaí/SC
Major Sérgio Murilo de Melo (Coord. Defesa Civil Itajaí)
Resumo não disponível.
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Formação de Agentes em Defesa Civil
Hamilcar José Almeida Filgueira (UFPB/PRAC/NEUD), Antonio Cavalcanti Brito (GEEDEC/PB), Almiro Coronel (Anjos do Asfalto-Paraíba), José Cordeiro Neto (CBB SC)
O fortalecimento do Sistema Nacional de Defesa Civil depende diretamente das condições de organização e do conhecimento sobre a matéria tanto no âmbito do poder público como no da comunidade local. O poder público local e a sociedade só terão condições de reagir com mais rapidez, eficiência e eficácia frente aos desastres, se estiverem capacitados para agir preventivamente e no momento dos acidentes. Para melhorar a capacidade local de proteção à população é fundamental a instalação e efetivo funcionamento das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (COMDECs), com servidores devidamente habilitados e o efetivo compromisso dos gestores em valorizar essa área da administração pública. O serviço público precisa melhorar a sua resposta às necessidades e anseios do cidadão, contribuindo para a redução de desastres, a segurança da população e a valorização da vida humana. A capacitação de servidores municipais e da própria comunidade para a participação e envolvimento na defesa civil local, especialmente no que tange a identificação das ameaças, a prevenção dos riscos e a minimização dos desastres nos municípios, se constitui não só em necessidade, mas em fator determinante para a implementação das políticas públicas na área. Sem dúvida, o serviço público não conseguirá sucesso sem a colaboração da própria comunidade envolvida nos acidentes e desastres. Para a capacitação de servidores municipais e das lideranças comunitárias a Secretaria Nacional de Defesa Civil tem encontrado nas universidades uma parceria efetiva. Nesse sentido, a Universidade Federal da Paraíba, por meio do Núcleo de Estudos e Ações em Urgências e Desastres, está disposta para colaborar com a Defesa Civil Nacional, contando com seus professores, técnicos e alunos, no intuito de capacitar servidores municipais e lideranças comunitárias para trabalhar em equipe junto à defesa civil nas esferas municipal, estadual e federal.
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Formação de NUDECs
Representante da SEDEC
O curso é destinado a criação e organização de Núcleos Comunitários de Defesa Civil. Tem por objetivo promover uma qualificação técnica, eficiência, eficácia e motivação em coordenadores de Núcleos Comunitários de Defesa Civil, além de difundir fundamentos doutrinários em uma cultura básica comum, relativos à defesa civil no âmbito da comunidade. O curso tem duração de 15 horas, sendo 4 horas diretas e 11 horas indiretas. As aulas diretas serão ministradas por instrutoras da SEDEC e as aulas indiretas serão contadas com a participação dos alunos em outras atividades do DEFENCIL, relacionadas a seguir. Deste modo, para você obter o certificado de formação em NUDEC será preciso participar de um curso de 4 horas diretas e escolher outras atividades, dentre as citadas abaixo, compondo a soma de 11 horas inidiretas, totalizando 15 horas. Após inscrever-se neste curso, faça automaticamente sua inscrição em alguma das atividades listadas. a. Mini-curso: Núcleos de Defesa Civil de São Paulo, Mobilização Comunitária na área de Prevenção, Curso de Reanimação Cardio Pulmonar, Mapeamento de Áreas de Risco, Administração de Abrigos Temporários: recomendações Sob o Prisma Sociológico, Comportamento Humano no Trabalho em Equipe, Trabalhando na Prevenção e Minimização de Desastres com Crianças e Adolescentes, Potencializando a Comunidade para a Prevenção de Desastres, CAER: Curso de Atuação Emergencial para Radioamadores (para leigos), Comunicação de Risco e de Desastre, Metodologia de Mapeamento de Risco em Encostas, Cadastro Orgânico de Voluntários, Vulnerabilidade Social e Riscos de Desastres, Serviço Social em Defesa Civil/Oficina de Formação, Programa de Treinamento de Comunidades para o Combate a Incêndios, Do Uso Político do Desastre: A Política Pública para Enfrentar o Desastre, Percepção de Risco: Uma experiência no Maciço Pirajubaé em Florianópolis, Desigualdade Social e Assistência Humanitária, O Uso de Jogos de Tabuleiro com Equipes de Trabalho -n Fortalecendo a Cooperação e a Visão Sistêmica, Maquetes Interativas como Ferramenta Educativa na Redução de Desastres, Procedimentos adotados em Atendimentos de Deslizamentos, Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento e Margem de Córrego, Gestão de Risco em Encostas: Conceitos e Fundamentos da Gestão de Riscos, Sociologia dos Desastre: Fundamentos, Interfaces e Debate Recente, Contribuição da Psicologia para o Trabalho da Defesa Civil e Assistência Humanitária. b. Seminário temático: Instalação de Gestão de Abrigos Provisórios, Comunicação de Risco, O Passivo dos Desastres e a Política de Assistência Humanitária, Formação de Agentes de Defesa Civil. c. Conferência Livre: Organização de Moradores, Afetados por desastres. d. Mesa Redonda: Roda de Contação de Histórias.
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Formação de NUDECs
Representante da SEDEC
O curso é destinado a criação e organização de Núcleos Comunitários de Defesa Civil. Tem por objetivo promover uma qualificação técnica, eficiência, eficácia e motivação em coordenadores de Núcleos Comunitários de Defesa Civil, além de difundir fundamentos doutrinários em uma cultura básica comum, relativos à defesa civil no âmbito da comunidade. O curso tem duração de 15 horas, sendo 4 horas diretas e 11 horas indiretas. As aulas diretas serão ministradas por instrutoras da SEDEC e as aulas indiretas serão contadas com a participação dos alunos em outras atividades do DEFENCIL, relacionadas a seguir. Deste modo, para você obter o certificado de formação em NUDEC será preciso participar de um curso de 4 horas diretas e escolher outras atividades, dentre as citadas abaixo, compondo a soma de 11 horas inidiretas, totalizando 15 horas. Após inscrever-se neste curso, faça automaticamente sua inscrição em alguma das atividades listadas. a. Mini-curso: Núcleos de Defesa Civil de São Paulo, Mobilização Comunitária na área de Prevenção, Curso de Reanimação Cardio Pulmonar, Mapeamento de Áreas de Risco, Administração de Abrigos Temporários: recomendações Sob o Prisma Sociológico, Comportamento Humano no Trabalho em Equipe, Trabalhando na Prevenção e Minimização de Desastres com Crianças e Adolescentes, Potencializando a Comunidade para a Prevenção de Desastres, CAER: Curso de Atuação Emergencial para Radioamadores (para leigos), Comunicação de Risco e de Desastre, Metodologia de Mapeamento de Risco em Encostas, Cadastro Orgânico de Voluntários, Vulnerabilidade Social e Riscos de Desastres, Serviço Social em Defesa Civil/Oficina de Formação, Programa de Treinamento de Comunidades para o Combate a Incêndios, Do Uso Político do Desastre: A Política Pública para Enfrentar o Desastre, Percepção de Risco: Uma experiência no Maciço Pirajubaé em Florianópolis, Desigualdade Social e Assistência Humanitária, O Uso de Jogos de Tabuleiro com Equipes de Trabalho -n Fortalecendo a Cooperação e a Visão Sistêmica, Maquetes Interativas como Ferramenta Educativa na Redução de Desastres, Procedimentos adotados em Atendimentos de Deslizamentos, Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento e Margem de Córrego, Gestão de Risco em Encostas: Conceitos e Fundamentos da Gestão de Riscos, Sociologia dos Desastre: Fundamentos, Interfaces e Debate Recente, Contribuição da Psicologia para o Trabalho da Defesa Civil e Assistência Humanitária. b. Seminário temático: Instalação de Gestão de Abrigos Provisórios, Comunicação de Risco, O Passivo dos Desastres e a Política de Assistência Humanitária, Formação de Agentes de Defesa Civil. c. Conferência Livre: Organização de Moradores, Afetados por desastres. d. Mesa Redonda: Roda de Contação de Histórias.
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Gestão de Riscos em Encostas: Conceitos e Fundamentos da Gestão de Riscos
Fernando Rocha Nogueira (Doutor pela IGCE-UNESP )
A conceituação de risco como elemento para compreender sua gestão. Detalhamento das estratégias fundamentais de gerenciamento de risco: identificação e análise; planejamento de intervenções para o controle e erradicação;monitoramento permanente, em especial nos períodos críticos de pluviosidade;informação pública e capacitação para a prevenção e autodefesa. Uma curta história da gestão de riscos em encostas no Brasil.
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Hospital Seguro Frente aos Desastres no Brasil
Modestino José Póvoas de Salles e Luciana Tricai Cavalini
Alguns países mais vulneráveis aos desastres de origem natural tiveram durante eventos de grande monta os seus serviços de saúde praticamente destruídos. Sem ter onde prestar atendimento as vítimas e com a geração de centenas delas dentro das próprias unidades de saúde, o colapso do setor foi praticamente total e certamente determinante na contabilidade final, principalmente de vidas. Exemplo marcante foi o terremoto de 1985 no México que resultou em destruição estrutural de 5 instituições hospitalares e graves danos em outras 22. Somente em um hospital morreram 561 pessoas. A implementação da política de ?hospitais seguros frente aos desastres? pela OMS visa não somente que a estrutura do hospital permaneça de pé, mas que continue trabalhando de maneira efetiva e ininterrupta, podendo aumentar a sua capacidade e que tenha pessoal capacitado a proporcionar apoio as vítimas. O Conselho Diretor da OPAS recomenda aos ministros de saúde das Américas que, entre outras, adotem ?hospitais seguros nos desastres? como medida de progresso em direção à redução da vulnerabilidade e ainda que até 2015 todos os hospitais novos e remodelados sejam construídos de forma segura a fim de que continuem funcionando após um desastre. Os autores acreditam que os passos para o programa ?Hospital Seguro? no Brasil seriam: ? Mapeamento dos riscos a que as diversas regiões do país estão submetidas, ou seja, apontar os desastres naturais ou humanos que possam comprometer a estrutura física ou exigir um acréscimo de demanda não suportável pelos serviços. ? Adaptação das normas técnicas para edificação de unidades de saúde ao ?hospital seguro?. ? Avaliação dos hospitais e serviços de saúde classificando a sua vulnerabilidade. ? Recursos e cronograma de aplicação
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Instalação de Gestão de Abrigos Provisórios
Elis Rejane Busanello (instituto VOS) e Daniela Lopes (SEDEC)
Definição de Metodologia composta de critérios, processos, definição de espaços, criação da cartilha de gestão de abrigos provisórios e orientação aos líderes voluntários para a implantação, contemplando o atendimento às necessidades básicas dos abrigados vítimas de desastres.
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Levantamento de Areas de Risco
COMDEC-SP
Resumo não disponível.
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Mapeamento de Áreas de Risco
IG-IPT
Resumo não disponível.
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Mapeamento de Áreas de Risco de Escorregamento e Margem de Córrego
Eduardo Soares de Macedo (IPT)
Uma concisa apresentação da metodologia de mapeamento de áreas de risco utilizada pelo IPT e recomendada pelo Ministério das Cidades. Porque mapear áreas de risco. Como mapear e apresentar os resultados.
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Maquetes Interativas Como Ferramenta Educativa na Redução de Desastres
Mariana Siena; Victor Marchezini; Débora Geraldi (UFSCar)
Ao pensar no quadro de ampliação dos desastres desenhado pelas Mudanças Climáticas Globais, o Brasil tem estimulado a criação de políticas de prevenção voltadas para os vários segmentos vulneráveis da sociedade, dentre os quais, o de crianças, a quem vem se dedicando na produção de materiais e atividades específicas. Neste contexto, o Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais em Desastres do Departamento de Sociologia da Universidade Federal de São Carlos ? NEPED/UFSCar desenvolveu uma tecnologia de educação em desastres denominada maquete interativa. Trata-se de um material que parte das características de geografia física e humana de um determinado cenário que dá base a uma dinâmica de grupo voltada ao público infantil. Apresenta-se como uma ferramenta, a um só tempo, lúdica e reflexiva, no suporte à relação ensino-aprendizagem no tema dos desastres. Conforme Valencio et al (2007), uma maquete interativa é, em princípio, a miniaturização de uma realidade espacial, onde é possível aos sujeitos compor de diversas formas e diversos arranjos os elementos do ambiente natural e construído, assim como apresentar os grupos sociais na cena. O propósito deste minicurso é apresentar os princípios pedagógicos, procedimentos metodológicos e resultados de oficinas realizadas por meio da utilização de maquetes interativas em temas ambientais, tais como: desastres relacionados às chuvas na periferia urbana do município de São Carlos; Mudanças Climáticas Globais e seus impactos sobre pequenos Estados insulares, exemplo de São Tomé e Príncipe; e como ferramenta para subsidiar a elaboração de planos de manejo, exemplo de reserva extrativista marinha de Arraial do Cabo/RJ. Espera-se que o minicurso possa servir como um espaço para compartilhamento de idéias relativas à temática de educação para a redução de desastres.
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Metodologia de Mapeamento de Riscos em Encostas
Leonardo Andrade de Souza (Msc UFOP)
A conceituação de risco como elemento para compreender sua gestão. Detalhamento das estratégias fundamentais de gerenciamento de risco: identificação e análise; planejamento de intervenções para o controle e erradicação;monitoramento permanente, em especial nos períodos críticos de pluviosidade;informação pública e capacitação para a prevenção e autodefesa. Uma curta história da gestão de riscos em encostas no Brasil
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Montagem de um sistema georreferenciado para gestão de risco em município
Nabil Alameddine (IPT)
Apresentação de proposta para aplicação de sistema georreferenciaodo como ferramenta de apoio à gestão de processos de escorregamentos e solapamento de margens fluviais.
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Noções Básicas de Obras em Áreas de Risco de Encosta
Luiz Antonio Gomes (IPT)
Noções básicas de obras em áreas de risco de encosta contemplando estruturas de contenções, sistemas de drenagens e proteções superficiais
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Núcleos de Defesa Civil
NUDEC de São Paulo
Resumo não disponível.
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O Passivo dos Desastres e a Política de Assistência Humanitária
Coronel Lucas (Defesa Civil de Minas Gerais) e Marcos Ferreira (SEDEC)
Resumo não disponível.
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O Uso de Jogos de Tabuleiro Com Equipes de Trabalho - Fortalecendo a Cooperação e a Visão Sistêmica
Sandra Felicidade L. da Silva e Norma Felicidade Valencio (UFSCar)
Os alarmantes níveis de estresse ocupacional, particularmente em profissões que envolvem um alto nível de risco pessoal - têm sérias implicações na saúde orgânica e psíquica. Esse quadro pode ser agravado pelo alto nível de desgaste nas relações interpessoais no ambiente de trabalho. Por outro lado, um ambiente de trabalho cooperativo e baseado em relações éticas, pode minimizar significativamente o impacto do estresse, mesmo em ocupações de alto risco. Essa é a proposta desse trabalho que utiliza jogos de tabuleiro - com enfoque cooperativo e sistêmico. O objetivo é estimular o exercício de habilidades interpessoais que favoreçam o desenvolvimento de relações humanas sustentáveis - em equipes de trabalho. Os jogos simulam situações do cotidiano dos participantes, encorajando o exercício de habilidades como: comunicação, cooperação, liderança circular, feedback.
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Oficina Latinoamericana de Atenção à Saúde Mental das Equipes de Resgate
Alexis (Cuba). Suzana Chames (Argentina); Desire Salazar (Peru); Daniela da Cunha Lopes (Brasil SEDEC) , Rodrigo Molina (Chile); Marcus Vinicus (Brasil)
Em situações de emergências e desastres, as equipes de resgate: bombeiros, socorristas, policiais, demais profissionais que oferecem seu auxílio técnico, moral e psicológico às pessoas afetadas, precisam lidar com o sofrimento humano decorrente das perdas materiais e das possíveis mortes ocorridas. Este curso objetiva apresentar as estratégias utilizadas por alguns países da América Latina em relação à atenção à saúde mental das equipes de resgate. Pretende-se também debater acerca das abordagens possíveis para atender esta demanda, repercurtindo na necessidade de construirmos uma rede de apoio eficaz direcionada aos cuidados das equipes de resgate em situações de emergências e desastres.
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Organização de Moradores
Marcos Ferreira (SEDEC)
Espaço de encontro das Associações de Moradores para discussão de temas variados referentes à Defesa Civil, Prevenção de Desastres, Riscos e Assistência Humanitária. As Conferências Livres possibilitam a livre discussão do grupo e a construção de pautas para serem levadas à Conferência Nacional de Defesa Civil.
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Os Desafios no Processo de Implantação da COMDEC
Rute Carvalhal Borges (BA)
A implantação da COMDEC - Coordenadoria de Defesa Civil é a etapa fundamental para a consolidação das ações de defesa civil em qualquer município brasileiro. Entretanto, os gestores públicos resistem em investir na estruturação deste órgão, auxiliando assim no cumprimento dos projetos políticos previstos para a comunidade. O desconhecimento das práticas em situação de normalidades e de anormalidades, aliadas a problemas estruturais e não estruturais dificultam enormemente a consolidação da COMDEC.
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Os Sete Passos (Atendimento a Emergências Químicas)
Sergio Rivaldo e Carlos Alberto Franco
Estatísticas, formação de equipe de atendimento, sete passos do atendimento
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Percepção de Risco: Uma Experiência no Maciço Pirajubaé em Florianópolis
Rita de Cássia Dutra e Janaina Furtado
Em 2009, a Defesa Civil do estado de Santa Catarina em parceria com o CEPED UFSC, realizou o Projeto Sensibilização para Prevenção de desastres visando minimizar os riscos de desastres na comunidade do Pirajubaé em Florianópolis, região de encosta onde costuma ocorrer deslizamentos e também inundações. Este projeto deu continuidade a um projeto anterior "Percepção de Risco: a descoberta de um novo olhar" que tinha como um de seus objetivos capacitar lideranças comunitárias do Maciço Morro da Cruz, na mesma cidade. Neste minicurso queremos apresentar estes trabalhos nos quais foi possível desenvolver uma parceria com as lideranças das comunidades, visando a redução de desastres.
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População em Situação de Rua: Elaboração e Formas de Análise de Oficinas Interativas Como Subsídio à Reflexão Participativa em Torno das Possibilidades de Superação de Dimensões Econômicas e Extra-Econômicas de Vulnerabilidade.
Karina Granado e Juliana Sartori (UFSCar)
A realização de oficinas interativas é objeto capaz de fortalecer a cidadania da população em situação de rua na medida em que, numa perspectiva sociológica da realidade social, as tratativas dos temas propostos sejam hábeis para treinar procedimentos de extensão em base participativa bem como colher informações relevantes para subsidiar sugestões de políticas urbanas mais eficazes para o setor. Pretende-se dividir a discussão em 03 (três) blocos temáticos: 1. ?O entendimento de si como sujeitos de direitos? (as concepções de estar no mundo e ser no mundo; os significados atribuídos a arte de viver; a forma como são sentidas as assimetrias sociais e os desejos de superação da corrosão da auto-imagem suscitada pela estigmatização crescente), 2. ?A centralidade do trabalho na vida social?(identificação da trajetória ocupacional da população em situação de rua e também do conjunto de habilidades e experiências de trabalho para a busca de uma re-inserção no mercado de trabalho) e 3. ?O conhecimento empírico na interpretação ambiental: a pessoa em situação de rua e o seu potencial de prestação de serviços ambientais? (a relação das pessoas em situação de rua com o meio ambiente construído e, em especial, com os recursos hídricos, resíduos sólidos, fauna e flora).
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Potencializando a Comunidade Para Prevenção de Desastres
Rita de Cássia Dutra e Janaina Furtado
Pretende-se abordar, neste minicurso, estratégias de intervenção comunitária que visam a minimização dos riscos e a prevenção de desastres. Serão apresentados os trabalhos realizados pelo CEPED UFSC relacionados a esta temática, buscando descrever ações voltadas a construção de comunidades mais seguras.
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Preenchimento de Propostas Através do SICONV
Alessandro Dias (DRR- SEDEC)
Resumo não disponível.
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Procedimentos Adotados em Atendimentos de Deslizamentos
Marcelo Fischer Gramani (IPT)
Desenvolver aspectos relacionados a trabalhos de vistorias técnicas e respectivos procedimentos geotécnicos a serem adotados para incremento da segurança das equipes de resgate e demais grupos. Nesse caso serão detalhados os procedimentos adotados no âmbito das operações emergenciais desenvolvidas nas áreas atingidas por processos violentos de movimentos de massa na região de Blumenau, Itajaí, Complexo do Baú e Jaraguá do Sul e também no caso de escorregamento de grande porte ocorrido na Vila Baiana, município do Guarujá (SP).
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Programa de Treinamento de Comunidades Para Combate a Incêndios
Tomina (IPT)
Serão apresentados os procedimentos que foram adotados para a implantação deste programa em seis comunidades, a partir do que já foram combatidos mais de uma centena de incêndios e várias vítimas salvas pelos próprios moradores que foram treinados e fazem parte do programa implantado na sua comunidade;
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Projeto Brasil Sem Chamas: Um Espaço Para Discussão e Participação Social
Tomina (IPT)
Projeto Brasil Sem Chamas que se trata de um estudo ampliado da área de segurança contra incêndio no Brasil, cujo objetivo é estabelecer uma Política Nacional de Segurança contra Incêndio, composta por um conjunto de ações que buscam o aprimoramento da área e, consequentemente, melhores condições de segurança contra incêndio para a sociedade, os meios urbanos, florestais e petroquímicos, envolvendo, especialmente, ações de tecnologia industrial básica, marco regulatório e sistema centralizado de informações/Observatório Brasil Sem Chamas.
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PSK: Uma Modalidade de Comunicação Digital (apenas para radioamadores licenciados)
William George Schauff
Trata-se de um curso para radioamadores no qual se fará uma introdução ao PSK-31. Como conteúdos programáticos tem-se: origem e modalidade; protocolo e variantes; aplicações e frequencias de uso; vantagens e desvantagens; e demonstração online.
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Recuperação Emocional Pós-Desastres
Ageu Heringer Lisboa; Roseli Kunrich Oliveira e Ingrid Foster Bayer
Um programa de intervenção em crise psicossocial mediado por Facilitadores devidamente capacitados representa um significativo suporte para que pessoas e comunidades afetadas processem suas experiências de perdas, de deslocamento físico e emocional, trabalhe o luto e retorne a uma cotidianidade suportável.
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Regionalização dos Processos do Meio Físico no Brasil
Kátia Canil (IPT)
Apresentação dos principais processos do meio físico e sua representação no território brasileiro. As relações entre as características dos solos, rocha e relevo e a suscetibilidade aos desenvolvimento de processos geohidrológicos.
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Reunião dos Coordenadores Municipais de Defesa Civil
Rute Carvalhal Borges (BA)
Encontro dos Coordenadores Municipais de Defesa Civil do Brasil.
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Serviço Nacional de Capelania Pós-Desastres
Marcelo Silva Costa
1) Apresentação de Palestra sobre: "CAPELANIA PÓS-DESASTRE-MINISTÉRIO DE SOCORROS EM FAVOR DAS VÍTIMAS DE DESASTRES"; 2) Apresentação de Vídeo e Fotos; 3) Exposição de Posters e Banners.
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Serviço Social em Defesa Civil/Oficinas de Formação
Maria do Roccio da Silva Gomes dos Santos e equipe de Serviço Social Defesa Civil Guarulhos.
O que é Serviço Social? Como trabalhar Serviço Social, com foco nas ações de socorro imediato e ações preventivas? Oficinas Tématicas: 1- Serviço Social; 2-Comunidade;3- Meio Ambiente, 4- Equipe,5-Familia, Especial/Cidadania (Como atender/Assistir a criança e os bebês em situação de emergencia).
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SINDEC em tempo real - Videoconferência: colaborando com os agentes de defesa civil na prevenção e resposta ao desastre
Alberto Ricardo Calderón Canessa (SEDEC)
A Secretaria Nacional de Defesa Civil do Ministério da Integração Nacional está interligando as Defesas Civis Estaduais, por meio de Videoconferência, com o objetivo de criar um meio de comunicação em tempo real. O sistema de Videoconferência permite o contato visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares distantes, dando a sensação de que se encontram no mesmo local. O sistema em implantação tem a finalidade de apoiar os agentes de defesa civil em eventos adversos, fornecendo orientações seguras emanadas por especialistas nas áreas de situação de riscos e desastres. Na área de prevenção, serão realizados treinamentos à distância em diversas localidades do país. Esse tipo de comunicação não tem distância e nem tempo. Tudo ocorre no momento presente.
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Sociologia dos Desastres: Fundamentos, Interfaces e Debate Recente
Norma Felicidade Valencio, Mariana Siena, Victor Marchezini, Erico Soriano e Maria Auxiliadora Ramos Vargas (UFSCar)
Trata-se de apresentar, numa linguagem simples e aos diversos sujeitos envolvidos no contexto de desastres - agentes de defesa civil, afetados, bombeiros, voluntários e outros - quais as contribuições da Sociologia dos Desastres para auxiliar na interpretação mais complexa e densa desse fenômeno. Tal interpretação, adaptada ao contexto brasileiro, pode auxiliar no aprimoramento das visões, dos discursos e de práticas que visem melhorar a interação social nas ações preventivas, preparativas , de resposta e de reconstrução.
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Tecnicas de Identificação e Análise dos Processos de Enchente e Inundação Para Balizar Planos Municpais de Defesa Civil
Agostinho Tadashi Ogura (IPT)
Uma concisa apresentação da metodologia de identificação e análise de cenários de risco de enchente e inundação. A importância da identificação dos cenários e de sua análise para o balizamento de planos municipais de defesa civil.
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Trabalhando na Preparação e Minimização de Desastre Com Crianças e Adolescentes
Daniela Schimtz (Psicóloga de Ilhota SC)
Em situações de desastre o público infanto juvenil torna-se mais vulnerável, pois o adulto exerce no contexto infantil, além da segurança e sustentabilidade, também uma função mediadora do sistema simbólico que dará a criança condições de respostas perante situações de risco. No desastre este sistema de respostas fica desestabilizado, o que pode ser a diferença entre a vida e a morte. Neste sentido dividimos nosso trabalho em duas frentes que andam paralelamente juntas: uma que trabalha a parte emocional pós desastre, e outra educativa a fim de minimizar os impactos provenientes a novas situações de risco, iniciando um trabalho preventivo. No entanto torna-se imprescindível conhecer as particularidades deste público, crianças e adolescentes não são adultos, nem tampouco seres sem recursos de compreender as situações que vivenciam.
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Vulnerabilidade Social e Risco de Desastres
Angela Coelho (UCDB)
Este minicurso irá abordar as questões relacionadas às vulnerabilidades sociais e os riscos de desastres na perspectiva da Psicologia e de que forma esta disciplina pode contribuir para debater essas questões no processo de construção de comunidades mais seguras. Os desastres naturais têm feito parte da historia da humanidade. Sua ocorrência mudou pouco nos últimos 100 anos, mas o que mudou realmente é a capacidade das sociedades em lidar com tais eventos. Entretanto, há um paradoxo entre o desenvolvimento tecnológico nas ciências, que contribui para uma vida mais segura e mais saudável, e a incidência de extremos da natureza (por exemplo, terremotos, secas). O paradoxo torna-se mais complicado porque a aplicação dos avanços tecnológicos tem também alguns componentes de risco que são resultados da execução inadequada e/ou falhas das novas tecnologias. Atualmente, as comunidades estão em risco não somente por causa dos eventos geofísicos, mas também por causa das explosões industriais, da liberação de substâncias tóxicas e dos acidentes no transporte de produtos químicos. O comportamento humano e os processos sociais afetam e são afetados por todos os estágios dos desastres, desde o período pré-desastre ao impacto e aos estágios da recuperação. Conseqüentemente, a capacidade do ajuste e os recursos psicológicos, sociais e físicos da comunidade são elementos essenciais para definir quando um evento destrutivo poderá conduzir aos desastres. Por exemplo, os terremotos de magnitudes similares não são igualmente destrutivos em todas as partes do mundo. Alguns autores oferecem uma perspectiva humana ecológica dos desastres, com ênfase na distribuição das vulnerabilidades humanas, de condições de intervenção e de respostas ao evento. O que é essencial à avaliação, é considerar as vulnerabilidades das pessoas e o risco com o qual elas têm que lidar como parte de sua vida diária, em vez de apenas enfatizar, o agente físico, que causou o desastre.
Comissão Organizadora
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Ivone Maria Valente
Secretária Nacional de Defesa Civil -
Coronel Luiz Massao Kita
Departamento Estadual de Defesa Civil de São Paulo - Membros
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Major André Có Silva
Coordenador de Defesa Civil do Espírito Santo -
Ten. Coronel Antônio César Carbone Ribas
Coordenadoria de Defesa Civil do Rio Grande do Sul -
Dr. Antônio Edésio Jungles
Centros Universitário de Estudos e Pesquisas sobre Desastres – CEPED/UFSC -
Cristina da Silva (Mestre)
Diretora do Departamento de Minimização de Desastres – SEDEC -
Fernando Alberto de Brito Monteiro
Secretaria de Defesa Civil do Piauí -
Janaina Rocha Furtado (Mestre)
CEPED/UFSC -
Ten. Coronel José Félix Drigo
Departamento Estadual de Defesa Civil de São Paulo -
Ten. Coronel Marcos de Oliveira
CEPED/ UFSC -
Dr. Marcus Vinicius Oliveira da Silva
Universidade Federal da Bahia -
Dra. Norma Felicidade Valêncio
Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Desastres da UFSCar
Comissão Científica
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Prof. Dr. Airton Bodstein de Barros UFF/RJ
Universidade Federal Fluminense, Mestrado em Defesa e Segurança Civil
Doutor em Química Ambiental pela Universidade de Rennes, França
Área de atuação: defesa e segurança civil, gestão de recursos hídricos
Tel. 21 2629-5580
airton@defesacivil.uff.br -
Profa. Dra. Angela Maria Abreu de Barros UFF/RJ
Universidade Federal Fluminense, Mestrado em Defesa e Segurança Civil
Doutora em Química Ambiental pela Universidade de Rennes, França
Área de atuação: defesa e segurança civil, gestão de recursos hídricos
Tel. 21 2629-5580
angela@defesacivil.uff.br -
Prof. Dr. Antônio Edésio Jungles UFSC/PR
Universidade Federal de Santa Catarina; Departamento de Engenharia Civil; Construção Civil;
Doutor em Engenharia de Produção (Gerencia em Engenharia Civil)/UFSC; Pós-doutorado pela Universidade de Alberta/Canadá em Gerencia em Construção Civil); Area de atuação: Gestão em Construção Civil e Riscos de Desastres;
Florianopolis/SC
E-mail: ajungles@gmail.com
Tel. 048 84311166 - 3721-9050
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Prof. Dr. Carlos Machado de Freitas Fiocruz/RJ
Fiocruz/ENSP/CESTEH
Graduado em História (UFF), Mestre em Engenharia de Produção (COPPE/UFRJ), Doutor em Saúde Pública ENSP/FIOCRUZ; Pós-Doutorado em Ciências Ambientais (PROCAM/USP)
Tel. 21 2598-2403
carlosmf@ensp.fiocruz.br -
Profª Drª Delma Pessanha Neves UFF/RJ
Universidade Federal Fluminense, Pós-Graduação em Antropologia
Doutora em Antropologia Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro
Área de atuação: desigualdades socioeconômicas e transmissão de legados culturais, com ênfase na análise de campos institucionais de filantropia e formas de inserção de jovens
Tel. 21 2710-2482 / 9625-1259
delmapneves@gmail.com -
Prof. Dr. Eduardo Soares de Macedo IPT/SP
Instituto de Pesquisas Tecnológicas, Centro de Tecnologias Ambientais e Energéticas, Laboratório de Riscos Ambientais
Doutor em geologia, geólogo com atuação em riscos ambientais naturais e tecnológicos.
São Paulo, SP
Tel. 11 37674370
esmacedo@ipt.br -
Prof. Dr. Marcos Ribeiro Ferreira
Instituto Silvia Lane
Doutor em Psicologia Social, ex professor univesitário; Brasília Distrito Federal;
E-mail: ferreiramar@gmail.com;
Tel. (61) 9311-7694;
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Profª Drª Norma Felicidade Lopes da Silva Valencio
Univ. Federal de São Carlos, Departamento de Sociologia, Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais em Desatres;
Economista, Mestre em Educação, Doutora em Ciências Sociais, docente na área de Sociologia Brasileira, Sociologia do Desenvolvimento e Sociologia dos Desastres;
São Carlos, SP;
E-mail: normaf@terra.com.br
Tel. (16) 3351-8915 ( só a partir de novembro, pois estou fora no momento);
